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CIRCO CAMPINARTE






Dia Mundial do Circo é comemorado
com apresentações da companhia de Marcos Frota
Malabares, báscula, acrobacia de solo, dança e arte do palhaço. Com apresentações diversificadas o Dia Mundial do Circo foi comemorado nesta sexta-feira (27/03), no Teatro Raul Cortez, na Praça do Pacificador, com artistas do projeto pedagógico Unicirco/Circolando nas Escolas, do ator Marcos Frota, que leva apresentações para as escolas da rede municipal de ensino de Duque de Caxias. A companhia atende jovens em risco social estimulando o talento e o desenvolvimento das habilidades dentro da arte circense fomentando assim, a renovação do circo brasileiro e a inserção dos jovens. Cerca de 600 alunos participaram do evento que contou com as presenças do prefeito Alexandre Cardoso, da primeira-dama e secretária de Ações Institucionais e Comunicação, Tatyane Lima, do secretário de Educação, Marcos Villaça, o subsecretário de Cultura e Turismo, André Oliveira e o ator Marcos Frota.

“Temos que agradecer ao Marcos Frota por este projeto. Desta forma renovamos a esperança de uma educação melhor. Ações como esta modificam a vida das pessoas. Este projeto tem uma importância muito grande na vida dos alunos, assim criamos a possibilidade de acesso à cultura, como, outras ações que levam o acesso às questões ambientais, por exemplo. A arte circense é muito importante, pois o artista se torna um apaixonado pelo próprio corpo”, disse o prefeito Alexandre Cardoso, que junto com o ator Marcos Frota anunciou a continuidade do projeto em Caxias iniciado em outubro do ano passado.
Os artistas empolgaram com os alunos no Teatro Raul Cortez
Com o palco do Raul Cortez transformado em picadeiro, o ator Marcos Frota destacou a tradição do circo.
“O circo continua vivo. É uma arte que ainda continua apaixonando seus amantes e crianças em todo o país. Fico feliz com esta festa no Dia Internacional do Circo e ainda mais gratificante em renovar esta parceria com a prefeitura de Duque de Caxias”, destacou o ator, ressaltando ainda que os alunos podem se inscrever para participar das oficinas de circo.
Os artistas mostraram muita desenvoltura nas apresentações
O espetáculo circense empolgou os alunos que lotaram o Teatro Raul Cortez. Os artistas arrancaram aplausos e gargalhadas nas apresentações de capoeira; trampolim e solo; saltos; contorção; malabares; báscula; voos; arame; arte do palhaço; danças e faixas. A interatividade foi total com os estudantes e as autoridades que foram convidados a participarem em algumas atividades.
O ator Marcos Frota posou com os alunos após as apresentações




27 de Março


Dia do Circo

Alguns estudiosos afirmam que o circo surgiu na Antiguidade, na Grécia ou no Egito; alguns apontam a origem do circo na China, mais de 5000 anos atrás. Há inúmeras versões sobre a origem do circo, dissonantes ou não, elas concordam em um sentido: o propósito de entreter e até enganar seus espectadores, o que ocorreu em muitos casos.

A versão do circo como conhecemos - com picadeiro, lona, números com animais - é recente e foi criada pelo suboficial inglês Philip Astley, por volta de 1770, que montou um espetáculo equestre que contava com saltadores e palhaços.

Não entraremos no mérito da origem do Circo, procuraremos, portanto, apresentar alguns exemplos que mais se prolongaram como espetáculos circenses ao longo da história da humanidade.

O Coliseu de Roma, um anfiteatro reconstruído pelo imperador romano Júlio César, por volta dos anos 40 a.C., onde cabiam 87 mil espectadores, atraídos pelas mais variadas atrações, tais como: homens louros das regiões nórdicas, animais exóticos, engolidores de fogo, e posteriormente gladiadores que lutavam até a morte - a atração mais esperada pelo público do Coliseu.

A luta entre os gladiadores no Coliseu começou com o reinado de Nero (ano 54 a 68 da era cristã), era a instituição no Império Romano do chamado "panis et circense" (pão e circo), que tinha por objetivo dar ao povo comida e diversão, para que estes não clamassem por mudanças ou melhorias que poderiam abalar as bases do Império Romano.

As touradas na Espanha, uma prática que teve origem em Creta, onde o objetivo era domar e matar touros enfurecidos pelos gritos e pelos golpes de espadas aplicados pelos toureiros.

A arte acrobática na China, utilizada em um torneio chamado "A batalha contra Chi-hu" (Chi-hu equivalente a chefe de tribo), que consistia em um exercício de batalha, com participantes portando chifres nas cabeças, lançando-se uns contra os outros em grupo de dois ou três. Conhecido como o "jogo das cabeçadas" na era do imperador Wu, da dinastia Han (220-206 a. C.), transformou-se e passou a chamar-se Pai-Hsi (os cem espetáculos). A encenação evoluiu e tomou a forma de espetáculos anuais, conhecidos como o Festival da Primeira Lua. Que ganhou novos números com o passar do tempo.

No Brasil, "o maior espetáculo da Terra" tem origens tão diversas, quanto dissonantes; consenso mesmo só existe no fato de se admitir que houve uma chamada "Idade do Ouro", que segundo Omar Eliott, diretora da Escola Nacional de Circo no Rio de Janeiro durante o século XIX, os grandes circos estrangeiros vinham para cá aproveitando momentos econômicos favoráveis, como o ciclo da cana-de-açúcar, o "boom" da borracha e a ascensão do café, tomados como exemplos.

Os circos chegaram a ter entre seus espectadores, gente da nobreza e até mesmo imperadores.

Acredita-se que, com as constantes perseguições aos ciganos na Península Ibérica, muitos tenham chegado ao Brasil e entre suas atividades incluíam-se o adestramento de animais selvagens, o ilusionismo e as exibições com cavalos, conforme relata a pesquisadora Alice Viveiros de Castro, que afirma "sempre houve ligação dos ciganos com o circo".

Atualmente, a grande maioria dos circos não usa mais animais em seus espetáculos, passou a contar com números mais ousados, primando pela encenação e pela profissionalização de seus componentes, com objetivo de competir com cinemas, teatros e outras formas de entretenimento.

Fonte:  www.brasilcultura.com.br

GRANDE CIRCO CAMPINARTE / 
O PICADEIRO VIRTUAL DAS COMUNIDADES
O objetivo é prestar uma singela homenagem a esses maravilhosos artistas de todas as ruas, de todos os bairros e cidades do mundo.
Vamos catar aqui e ali e colocar à disposição de todos vocês videos, links, tudo que efetivamente possa facilitar a visibilidade desses artistas de rua, desses incríveis e geniais sobreviventes de todas as artes.
Respeitável público... Orgulhosamente apresentamos... 
- O GRANDE CIRCO CAMPINARTE - O PALCO VIRTUAL DAS COMUNIDADES -  

O ditado "Rir é o melhor remédio" é hoje considerado verdadeiro pelos cientistas, que afirmam com seriedade que o riso traz benefícios ao ser humano.
Em todos os tempos, a pessoa que provocava o riso na população teve destaque na história.
Na Idade Média, o rei e sua corte divertiam-se com o bobo, figura indispensável nas festas. O bobo da corte usava roupas de cores berrantes e um chapéu colorido, cheio de pontas e de guizos. À guiza de cetro, segurava uma vara também cheia de guizos.
Ele a brandia contra aqueles que dele riam e zombava de todos com suas momices, dizendo verdade que ninguém tinha coragem de expressar. Adorado pelo povo e respeitado pelos fidalgos e pelo rei, o bobo da corte tinha livre trânsito em todos os lugares. Era sempre o centro das atenções ao dar saltos, contar anedotas, cantar ou declamar versos de grandes autores.



Palhaço

palhaço moderno, uma versão do bobo da corte da Idade Média, surgiu na Inglaterra no século XVIII. Para alguns pesquisadores, ele surgiu das brincadeiras zombeteiras feitas sobre os camponeses ingleses, que iam à cidade com roupas muito coloridas.
Para outros, um dos primeiros palhaços talvez tenha sido um bêbado de nariz avermelhado e roupas largas, que trabalhava num circo dirigido por um oficial inglês da Cavalaria Britânica. Deu tantos tropeções, que atraiu a atenção do público e do dono do circo, que o contratou para as apresentações.
Ser palhaço exige técnica: a técnica de fazer rir, pois o palhaço é a alegria personificada.
Por isso, os palhaços se vestem de forma excêntrica: calças largas, sapatos enormes, chapéus grotescos, cabeleiras coloridas, camisa ou paletó extravagante, mas com um detalhe imprescindível: o nariz vermelho.
No Brasil, a terapia do riso tem nomes famosos como os dos queridos e inesquecíveis palhaços PiolinArreliaCarequinhaFuzarca,PimentinhaTorresmoPururucaPicolino, entre outros.
Os bordões "Como vai? Como vai? Como vai? Como vai? Como vai, vai, vai?", "Eu vou bem, eu vou bem, eu vou bem! Muito bem, muito bem, bem, bem!", de Arrelia, e "Tá certo ou não tá?", de Carequinha, sempre estarão presentes na lembrança de todos aqueles que se divertiram com as pantomimas desses dois maravilhosos palhaços que fizeram sucesso nos circos e na TV do Brasil.
Hoje, há escolas que ensinam a técnica de fazer rir - como o Circo-escola Picadeiro, fundado pelo palhaço Picolino , bem como legislação que dispõe sobre a profissão de palhaço (lei no 6.533, de 24/5/78, e decreto 82.385, de 5/10/1978, assinados pelo presidente Ernesto Geisel).
Referência
Datas comemorativas: cívicas e históricas
Fonte: www.paulinas.org


ARTISTAS DE RUA - VÍDEOS




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