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19 de mai de 2017

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10 de mai de 2017

5 de mai de 2017

3 de mai de 2017

Flamengo derrota Universidad e assume a ponta; veja os gols

Veja os golaços da Juve contra o Monaco

Festa do dia do trabalhador em Duque de Caxias/RJ - 2017

CMDC / Sessão Ordinária 02 05 2017

1 de mai de 2017

Você precisa ver esse gol do Emre Can!

7 filmes para te ajudar a aprender espanhol

Olá, leitor
Os filmes são grandes aliados de quem deseja aprender um outro idioma. Cada um representa, pelo menos, uma hora de contato com a língua. Então, se você está aprendendo espanhol, que tal separar a pipoca e assistir a lista que fizemos para você?
Diários de Motocicleta
O líder guerrilheiro Che Guevara fez uma grande viagem por toda a América Latina enquanto lutava por seus ideais. É um filme importante para quem estuda espanhol, mas também pela relevância histórica.
Três passos acima do céu
O romance não está entre os dignos de Oscar, mas tem uma linguagem tão simples e fácil de entender, que vale para quem está iniciando os estudos. A história se passa na Espanha entre um adolescente acusado de um crime e uma garota que aparece para mudar a vida dele.
Como água para Chocolate
Uma jovem se apaixonada por um rapaz, mas é impedida de ficar com ele por causa de uma tradição de família. É um filme tocante pela história e interessante para quem quer ouvir o espanhol.
O Labirinto do Fauno
Este será um dos vocabulários mais difíceis de entender porque mistura guerra, conto de fadas e realidade. Mas a história da princesa que vive a vida de outra adolescente vai te prender. É um mergulho no universo da fantasia.
O mar interior
Vítima de uma doença rara, Ramón Sampedro passa décadas tentando na justiça o direito de morrer. O filme baseado em uma história real é um dos mais famosos e vale do começo ao fim.
Biutiful

Um pai solteiro em Barcelona se vê em crise após suas escolhas profissionais e amorosas. Indicado aos Oscars de Melhor Ator (Javier Bardem) e Melhor Filme Estrangeiro.
O filho da Noiva
 Ricardo Darin é o ator mais consagrado do cinema argentino. Neste filme, ele encara o papel de um pai solteiro que tenta salvar um restaurante.
Gostou das indicações?
Bom filme!
7 Filmes Para Te Ajudar A Aprender Espanhol

28 de abr de 2017

25 de abr de 2017

23 de abr de 2017

Polícia mata, rouba e tortura durante o feriado no Complexo do Alemão - YouTube


Publicado em 23 de abr de 2017
Jornal A Nova Democracia — Na última sexta, dia 21 de abril, policiais da UPP do Complexo do Alemão fizeram mais uma operação para a instalação de uma base na localidade conhecida como Praça do Samba. Nas últimas semanas, as casas no local estão sendo invadidas por PMs, moradores são expulsos e suas moradias transformadas em bases improvisadas. Os imóveis que não foram invadidos, encontram-se em estado deplorável, marcados por dezenas de buracos de bala, resultado dos confrontos diários.

Na operação da última sexta, ao menos três pessoas foram assassinadas por PMs, entre elas, o jovem Gustavo Silva, de 17 anos, que abria a padaria onde trabalha, às 6h da manhã; e o soldado do exército, Bruno de Souza, de 24 anos que estava de folga em casa com sua família.

Além das mortes, moradores tiveram suas casas invadidas e reviradas e pertences como, roupas, sapatos e eletrodomésticos foram roubados por policiais. Os agentes de repressão do velho Estado ainda destruíram objetos e urinaram nas camas dos moradores.

No sábado, o Coletivo Papo Reto, que denuncia a ação da polícia no Complexo do Alemão, fez uma agitação na Rua Joaquim de Queiroz em repúdio à ação criminosa da polícia. Policiais estiveram no local para fotografar e intimidar as pessoas que participavam do ato. A massa não se intimidou e expulsou os PMs do local.

Na segunda-feira, dia 24, às 14h, na Defensoria Pública do Rio, será realizada uma audiência pública para denunciar os casos de violações cometidas pela polícia contra moradores.

Acesse http://www.anovademocracia.com.br
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22 de abr de 2017

Ela foi despertada e agora toda a humanidade deve lidar com as consequências / A Múmia

Canal / Turismo


13 de abr de 2017

12 de abr de 2017

7 de abr de 2017

6 de abr de 2017

5 de abr de 2017

29 de mar de 2017

CMDC - Sessão Ordinária 28 03 2017

Assista aos gols da vitória da Itália

Chile vence e complica Argentina; assista aos gols

Veja o novo trailer de 'Homem-Aranha: De Volta ao Lar'

Brasil goleia o Paraguai; assista aos 3 golaços

28 de mar de 2017

Conversa com Roseann Kennedy - Vladimir Carvalho

Publicado em 28 de mar de 2017
Nesta edição a jornalista Roseann Kennedy conversa com o cineasta Vladimir Carvalho, que, aos 82 anos, em sintonia com a sétima arte, continua sua busca por uma boa história para filmar. Documentarista e cineasta premiado, já dirigiu 24 filmes, sendo oito longas-metragens. Nasceu em João Pessoa, mas adotou Brasília como domicílio.
A conversa rendeu. Além de falar sobre a produção do cinema nacional, Vladimir contou casos importantes da sua trajetória. Em 1969, ele apresentou o seu curta metragem “A Bolandeira” no Festival de Cinema de Brasília, ganhando um dos prêmios. Só que o filme foi censurado e ele teve que esperar nove anos para vê-lo na telona. Segundo o diretor, “o documentarista tem que ser isento, mas não isento a ponto de sufocar, de negar a realidade”.
Ao longo do papo, Vladimir divide um pouco da sua experiência e conta fatos importantes da sua vida que coincidem com a história do cinema brasileiro. “Sou brasileiro, nordestino, vejo as contradições estendidas por todo esse território, sou testemunha disso, como qualquer brasileiro”.
O documentarista filmou a vida do pintor pernambucano “Cicero Dias – O compadre de Picasso”, a obra está em exposição no Centro Cultural do Banco do Brasil até abril em Brasília e depois segue para algumas capitais do país.
Conversa com Roseann Kennedy vai ao ar toda segunda-feira, às 21h30, na TV Brasil.

27 de mar de 2017

24 de mar de 2017

23 de mar de 2017

22 de mar de 2017

CMDC / Sessão Ordinária 21 03 2017

3% | Serie brasileira é a mais assistida de língua não-inglesa da Netflix nos EUA | Notícias | Filmow




3% | Serie brasileira é a mais assistida de língua não-inglesa da Netflix nos EUA
3% é a primeira série brasileira da Netflix, e segundo o serviço de streaming, a produção brasileira é a série de língua não-inglesa mais assistida nos Estados Unidos. A série estreou dia 25 de novembro de 2016 e desde sua estreia a Netflix aponta que 50% de sua audiência vem de fora do Brasil
Quando 3% foi lançado, houve uma estreia mundial em mais de 190 países, incluindo Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Itália e Turquia. A Netflix não divulgou dados específicos de números de acesso ou de audiência em cada país, mas garante que é a série de língua estrangeira mais assistida. 
3% é protagonizada por Bianca ComparatoJoão MiguelMichel GomesVaneza Oliveira e Rodolfo Valente e se passa em um futuro não tão distante, onde o sociedade brasileira vive comprometida com falta de recursos, e para ascender e viver em um lugar melhor a população precisa passar por um rigoroso teste. 
A segunda temporada já foi confirmada pela Netflix.
3% | Serie brasileira é a mais assistida de língua não-inglesa da Netflix nos EUA | Notícias | Filmow

Divinas Divas | Documentário de Leandra Leal vence como melhor filme no festival SXSW | Notícias | Filmow

Divinas Divas | Documentário de Leandra Leal vence como melhor filme no festival SXSW
Divinas Divas, documentário dirigido por Leandra Leal, venceu neste sábado (18) o prêmio de Melhor Filme em votação popular no festival South by Southwest (SXSW), nos Estados Unidos. 
O filme conta a história da primeira geração de travestis brasileiras, resgatando a trajetória de artistas como Rogéria, Waléria, Camille K e Jane Di Castro. O grande palco dessas estrelas era no Teatro Rival, fundado pelo avô de Leandra Leal, hoje administrado por ela. 
O longa já levou outros dois prêmios. Venceu na categoria de voto popular no Festival do Rio e no Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, de João Pessoa. 
"Acabei de receber essa notícia e ainda tô completamente enlouquecida pela euforia de ler que #DivinasDivas ganhou o prêmio de júri popular na Mostra Global do SXSW, em Austin, nos EUA! CARALHO, TÔ MUITO FELIZ!!!!!!  Estávamos concorrendo com o mundo inteiro, com filmes de ficção e levamos essa. Nós, o único filme brasileiro, dirigido por uma mulher. Muito obrigada a todas as minhas divas por doarem seus talentos, suas histórias e suas vida, e à toda galera que faz parte desse projeto sonho. Vamos muito mais longe e com muito amor." comemorou a atriz em sua conta do Facebook.
 
Divinas Divas | Documentário de Leandra Leal vence como melhor filme no festival SXSW | Notícias | Filmow

17 de mar de 2017

10 de mar de 2017

2 de mar de 2017

27 de fev de 2017

Foliões assistem desfile nos arredores da Sapucaí

Gilberto Gil é o grande homenageado do Afoxé Filhos de Gandhy

Veja como foi a abertura do carnaval na passarela

Blocos tradicionais agitam passarela

Muita animação no circuito da Madre Deus

Veja os destaques do desfile das escolas de samba em São Luís, no Maranhão

Em São Paulo, oito escolas lutam por duas vagas no Grupo Especial

Pier da Praça Mauá recebe 14 transatlânticos neste carnaval

Blocos tradicionais arrastam multidões

25 de fev de 2017

Sérgio Sampaio, 70 anos: bloco na rua, samba-enredo no asfalto

Homenageada por foliões, a obra do compositor capixaba é valorizada em projeto criado por seu filho para aproximar "sampaiófilos" pelo País
Há 28 anos, Sérgio Sampaio contou em entrevista a Zeca Baleiro como era comum alguém perguntá-lo “e aí, querendo botar o bloco na rua?”, em alusão a sua canção de maior sucesso. Ele costumava responder: “Não, já botei, agora falta vocês botarem”.
No ano em que o compositor capixaba, morto em 1994, comemoraria 70 anos, o conselho parece ter sido literalmente acolhido. O grande número de blocos registrados no País em 2017 confirma a vitalidade do carnaval de rua, especialmente em supostos “túmulos do samba”. Em São Paulo, estão programados quase 400 desfiles neste ano. No Distrito Federal, são perto de 200. Metáfora da angústia ante o silêncio imposto em tempos de repressão, o desejo de Sampaio parece tardiamente realizado: se não todo mundo, tem muita gente neste carnaval.
Coincidência ou não, diversas homenagens ao músico de Cachoeiro de Itapemirim (ES) marcam a folia deste ano. Na quarta-feira 22, o Bloco na Rua, uma reunião anual de "sampaiófilos", desfilou em Laranjeiras, no Rio de Janeiro, pelo quarto ano consecutivo.
Integrado por nomes como Jards Macalé e Luiz Melodia, o cordão apresentou neste ano um enredo em homenagem a duas das principais composições do cantor cachoeirense."O samba enredo é na escola/ Poesia é na calçada/ Durango Kid me prendeu/ Continua a batucada", diz o refrão, ao misturar os versos de Cada Lugar na Sua Coisa, do álbum Tem que Acontecer, de 1976, e de sua canção mais famosa.
Bloco na Rua
Criado em 2014, o Bloco na Rua volta a homenagear o compositor neste carnaval 
(Foto: Michelle Castilho)
Lançada como compacto em 1973, com 500 mil cópias vendidas, Eu quero é botar meu bloco na rua também foi repaginada e modernizada pelo grupo BaianaSystem e pela rapper Yzalú. Trilha de uma peça publicitária, a animada versão pouco lembra a interpretação melancólica e cortante de Sampaio. 
Quando escreveu Eu quero é botar meu bloco na rua, o cantor vivia tempos de angústia. “Lembro que eu era muito sozinho, fiz a canção e sentia que ela tinha um poder”, relembrou na entrevista a Zeca Baleiro.
O compositor não negava, contudo, a força política daquele que seria um dos grandes hinos contra a censura e a perseguição do governo Médici, marcado pelo milagre econômico e pelo chamado “desbunde” da classe média. “A grande importância dessa canção é ter sido feita e lançada numa época em que as pessoas estavam muito amordaçadas e bastante medrosas de abrirem a boca para falar qualquer coisa”. O verso "(há quem diga) que eu morri de medo quando pau comeu" sintetiza o sentimento descrito. 
A entrevista de 1989, concedida à revista Umdegrau, de Zeca Baleiro, é uma das preciosidades coletadas por João Sampaio, filho de Sérgio. Convencido da necessidade de preservar e divulgar a memória musical do pai, ele lançou o projeto Viva Sampaio, que reúne vídeos, documentários, entrevistas e belas fotos do compositor.

Sergio e Raul
Três Rauls foram fundamentais em sua trajetória, a começar por seu pai, Raul Sampaio, maestro de banda em Cachoeiro de Itapemirim (Foto: Arquivo Pessoal)
A reverência aos antecessores é uma postura comum à família Sampaio. Sérgio formou-se musicalmente ao acompanhar o pai e o primo, ambos de mesmo nome: Raul Sampaio. O primeiro era maestro da banda da cidade, o segundo compositor de belas canções, entre elas “Meu pequeno Cachoeiro”, um grande sucesso na voz de Roberto Carlos, conterrâneo da família.
Músico frustrado, como ele próprio define, João Sampaio sempre foi estimulado por amigos e por Zeca Baleiro, um grande entusiasta de Sergio, a organizar um memorial sobre o pai. “A grande dificuldade de sua trajetória sempre foi a falta de divulgação”, comenta. “Até porque a taxa de retorno de quem escuta Sérgio Sampaio é muito alta. Muitos viram ‘sampaiófilos’ depois de conhecerem sua música.”
Um dos mais destacados “sampaiófilos” foi Raul Seixas, principal responsável por abrir portas para a carreira musical do cantor. Antes de conhecer o roqueiro baiano, Sérgio trabalhou em rádios em Cachoeiro e no Rio, onde apaixonou-se pelas composições de Sílvio Caldas e Orestes Barbosa. A paixão por Beatles ganhou força no fim dos anos 1960. O movimento tropicalista, a bossa nova de João Gilberto e o samba de Paulinho da Viola também marcavam presença em seu toca-discos. Um ecletismo que atravessa a obra do compositor.
Em 1971, Sérgio foi convidado pelo amigo Odibar a acompanhá-lo no violão durante uma audição na gravadora CBS, onde Raul Seixas era produtor musical. Odibar apresentou algumas de suas composições, mas Raulzito não se impressionou. Foi a deixa para o violonista apresentar algumas canções de sua lavra. Sérgio foi contratado pelo roqueiro baiano no dia seguinte. “Meu pai e Raul se tornaram muito amigos”, diz João.
A amizade resultou na formação da Sociedade da Grã-Ordem Kavernista, um projeto musical anárquico inspirado nos Beatles e em Frank Zappa. Após gravar seu primeiro compacto pela CBS, Coco Verde, Sampaio juntou-se a Raul, Miriam Batucada e Edy Star e decidiram gravar um disco marcado pela liberdade criativa.
À época, o roqueiro baiano atravessava uma fase de ostracismo e compunha canções para outros intérpretes, mas Sérgio incentivava o amigo a ser protagonista. “Meu pai pedia para ele cantar, dizia 'você é artista', mas o Raul vinha com aquele papo de botar comida na mesa dos filhos”, diz João.
Assim como discos anárquicos contemporâneos como Paêbirú, de Lula Côrtes e Zé Ramalho, o álbum foi um fiasco de vendas. Sofreu ainda sucessivos cortes da CBS, conta João. “Naquela época, o disco da Grã-Ordem Kavernista não seria bem aceito nem mais revolucionária das gravadoras. Ele quebrava com tudo.”
Com Raul Seixas, Sérgio formou a anárquica Sociedade da Grã-Ordem Kavernista (Reprodução)
Após o fracasso do projeto, Sampaio e Raul despontariam com dois compactos de enorme sucesso: Eu quero é botar meu bloco na Rua e Ouro de Tolo, ambos de 1973. As canções resumiam com clareza e concisão poética o clima do milagre econômico, quando a classe média se acomodava com o enriquecimento pessoal e virava as costas para a repressão militar e a censura. “Meu pai nunca foi um cara politizado como o Chico Buarque ou o Gonzaguinha”, diz João. “mas ele acabou sendo político no desbunde.”
Apesar do sucesso de “Bloco na Rua”, Sérgio não conseguiu deslanchar comercialmente, ao contrário do amigo Raulzito. Não faltavam grandes canções e discos: Lançado em 1976, tem que Acontecer é uma obra-prima, na qual se destacam as faixas Que LoucuraCada Lugar na Sua CoisaNinguém vive por mim e tantas outros clássicos obscuros da música popular brasileira.
“Ele era um cara mais preocupado em fazer do que em se promover”, diz João “Era também impulsivo. Após a gravação de Tem que acontecer, Roberto Moura, produtor do álbum, avisou que seria importante fazer ações para ‘colocar o disco na rua’. O Sergio simplesmente pegou o carro e se trancou em Cachoeiro. Um diretor de gravadora disse uma vez: 'Você pode me trazer tudo o que vier desse cara, só não quero ele na minha gravadora'."
Avesso à autopromoção, Sergio morreu em relativo esquecimento, mas o crescente número de “sampaiófilos” atesta a atemporalidade de suas composições. O Viva Sampaio tem funcionado como um ponto de encontro para iniciativas relacionadas à música do cachoeirense. Para comemorar os 70 anos de Sérgio, Aline Dias organizou, com apoio do projeto de João, o concurso literário “Sem a Loucura Não Dá”, que reúne uma série de crônicas e textos inspirados em canções do compositor.
Em tempos em que o povo brasileiro parece anestesiado frente aos desmandos na política, a poesia do desbunde de Sampaio volta a ser atual. “Quando você fala sobre o ser humano, a obra torna-se atemporal. O contexto muda, mas as angústias são as mesmas”, analisa João. Sérgio parecia buscar uma saída ao silencio de sua época. Com a promessa de ser barulhento, o carnaval de 2017 confirma uma das máximas de Cada Lugar na Sua Coisa:  “lugar de samba-enredo é no asfalto”. 

24 de fev de 2017

Folião deve se preocupar com alimentação durante o carnaval

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E no Rio, o carnaval começou com um calorão

Em Salvador, os foliões já estão pulando atrás dos trios elétricos

Você sabia que o carnaval surgiu na Grécia Antiga?

Foi dada a largada para os desfiles das escolas de samba do Rio de Janeiro

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23 de fev de 2017

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Bloco As Rupineias comemora 20 anos de folia

Exposição reúne o imaginário das festas da cultura popular do Maranhão

22 de jan de 2017

LUZES DA CIDADE (1931) – diretor: Charles Chaplin

Um dos filmes mais lindos que eu já vi na vida. Charles Chaplin era um gênio (a autobiografia dele – “Minha Vida” – é muito bacana) e esse é o melhor de seus filmes. O final de “Luzes da Cidade” é simplesmente perfeito, aliás, o filme inteiro é perfeito, uma verdadeira obra prima cinematográfica. A história de amor entre o Vagabundo e a florista cega (interpretada por Virginia Cherrill) é tão linda, tão convincente, é absolutamente impossível não se emocionar. Quando Chaplin decidiu fazer “Luzes da Cidade” ele considerou a possibilidade de fazê-lo como um filme falado, mas depois mudou de idéia e o fez mudo (o filme tem trilha sonora – composta por Chaplin – mas não tem diálogos). Hoje eu não consigo imaginar esse filme com diálogos (aliás, impossível imaginar o Vagabundo falando), “Luzes da Cidade” é espetacular exatamente como está, e mais uma vez, só posso dizer que Charles Chaplin era realmente um gênio.


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