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4 de mai de 2016

Especial / Beth Carvalho


Elizabeth Santos Leal de Carvalho nasceu no Rio de Janeiro, no dia 5 de maio de 1946. Filha de João Francisco Leal de Carvalho e Maria Nair Santos Leal de Carvalho, e irmã de Vânia Santos Leal de Carvalho. Seu contato com a música foi incentivado pela família, ainda na infância. Aos oito anos, ouvia emocionada as canções de Sílvio Caldas, Elizeth Cardoso e Aracy de Almeida, grandes amigos de seu pai. Sua avó, Ressú, tocava bandolim e violão. Nas festinhas e reuniões musicais dos anos 60, surgia a cantora Beth Carvalho, influenciada por tudo isso e pela Bossa Nova.
Em 1964, seu pai foi cassado pelo golpe militar por ter pensamentos de esquerda. Para segurar a barra pesada que sua família enfrentou durante a ditadura, Beth passou a dar aulas de violão para 40 alunos. Graças à formação política recebida de seus pais, Beth Carvalho é uma artista engajada nos movimentos sociais, políticos e culturais brasileiros e de outros povos. Um exemplo foi a conquista, ao lado do cantor Lobão e de outros companheiros da classe artística, de um fato que até então era inédito no mundo: a numeração dos discos.
Em 1965, gravou o seu primeiro compacto simples, com a música “Por quem morreu de amor”, de Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli. Em 66, já envolvida com o samba, participou do show “A Hora e a Vez do Samba”, ao lado de Nelson Sargento e Noca da Portela.
Vieram os festivais e Beth participou de quase todos: Festival Internacional da Canção (FIC), Festival Universitário, Brasil Canta no Rio, entre outros. No FIC de 68, conquistou o 3º lugar com “Andança”, de Edmundo Souto, Paulinho Tapajós e Danilo Caymmi, e ficou conhecida em todo o país. Além de seu primeiro grande sucesso, “Andança” é o título de seu primeiro LP, lançado no ano seguinte.
A partir de 1973, passou a lançar um disco por ano e se tornou sucesso de vendas, emplacando vários sucessos, como “1.800 Colinas”, “Saco de Feijão”, “Olho por Olho”, “Coisinha do Pai”, “Firme e Forte” e “Vou Festejar”. Beth Carvalho é reconhecida por resgatar e revelar músicos e compositores do samba. Em 1972, buscou Nelson Cavaquinho para a gravação de “Folhas Secas” e três anos depois fez o mesmo com Cartola, ao lançar “As Rosas Não Falam”.

Memória / Dalva de Oliveira


Vicentina de Paula Oliveira
* 5/5/1917 Rio Claro, SP
+ 31/8/1972 Rio de Janeiro, RJ
Cantora / Filha mais velha de Mário de Oliveira e Alice do Espírito Santo. Além dela, os pais tiveram mais três meninas, Nair, Margarida e Lila e um menino que nasceu com problemas de saúde e morreu ainda criança. Seu pai, que era conhecido na cidade pelo apelido de Mário Carioca, era marceneiro e músico nas horas vagas, tocava clarinete (...)
Uma das grandes estrelas dos anos 1940, 1950 e 1960, sendo considerada uma das mais importantes cantoras do Brasil. Dona de uma poderosa voz, cuja extensão ia do contralto ao soprano, marcou época como intérprete. Iniciou sua carreira em São Paulo. Depois de terminar o serviço de faxina do salão de danças em que trabalhava, costumava cantar algumas (...)

Especial / Lulu Santos


Luís Maurício Pragana dos Santos
 4/5/1953 Rio de Janeiro, RJ 
Cantor. Compositor. Guitarrista. Produtor. Filho de brigadeiro da Aeronáutica, ainda pequeno mudou-se para Illinois, nos EUA, para onde seu pai foi transferido. Com oito anos ganhou a sua primeira guitarra e com 12 formou um conjunto de cover dos Beatles. De volta ao Rio de Janeiro, aos 18 anos, saiu de casa para morar em comunidade numa casa no bairro de Santa Teresa, onde, de acordo com declaração (...)
[Saiba Mais]Dados Artísticos
Surgiu no cenário artístico em meados dos anos de 1970, quando integrou o grupo carioca de rock Vímana, que também contava com as presenças de Lobão, Fernando Gama e Ritche. Em 1976, integrando o Vímana, gravou um compacto pela Som Livre com as músicas "Zebra" e "Masquarede". Nesse mesmo período, participou de grupos como o Albatroz, Veludo (...)
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Obras

  • A cura
  • Adivinha, o quê
  • Apenas mais uma de amor
  • Aquilo
  • Areias escaldantes
  • Assim caminha a humanidade
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Discografia

  • (2013) Lulu canta & toca Roberto e Erasmo Carlos • CD
  • (2010) Acústico MTV II • Universal Music
  • (2009) Singular • BMG • CD
  • (2007) Longplay • Independente/Som Livre • CD
  • (2004) MTV ao vivo • BMG • CD
  • (2003) Bugalu • BMG • CD
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Shows

  • Show Amor à arte. Olympia, SP.
  • Show Honolulu. Praça da Apoteose, RJ.
  • Pop Festival Telefônica TIM. Sociedade Hípica do Rio de Janeiro. RJ.
  • show Bugalu. Canecão, RJ.
  • II Prêmio Tim 2004. Teatro Municipal do Rio de Janeiro, RJ.
  • Letra e música. Claro Hall, RJ.
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Clips

  • Todo Universo. Direção de Jarbas Agnelli. (2002)
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • ALBIN, Ricardo Cravo. MPB - A História de Um Século. 2ª ed. Revista e ampliada, Rio de Janeiro: MEC/Funarte/Instituto Cultural Cravo Albin, 2012.
  • ALBIN, Ricardo Cravo. O livro de ouro da MPB. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
  • ALEXANDRE, Ricardo. Dias de Luta - O Rock e o Brasil dos Anos 80. Porto Alegre, Rio Grande do Sul: Arquipélogo Editorial Ltda, 2ª ed., 2013.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010.
  • CHAVES, Xico e CYNTRÃO, Sylvia. Da Pauliceia à Centopeia Desvairada - as Vanguardas e a MPB. Rio de Janeiro: Elo Editora, 1999.
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