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Observatório do Cinema

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TV iG: Vídeos de notícias, futebol, lutas, clipes, moda e trailers

28 de mai de 2015

De volta no tempo / Canal Carnaval


A Estrada 47 Trailer Oficial (2015)


Demorou 70 anos desde o fim da Segunda Guerra Mundial, mas finalmente o cinema brasileiro produziu um grande filme sobre a FEB (Força Expedicionária Brasileira) – à altura da participação do país no maior conflito da história humana. A participação foi modesta, como era possível para um país muito subdesenvolvido; meros 25 mil homens enviados para lutar na frente italiana em 1944-­1945, quando os principais beligerantes mediam suas forças em milhões.
Mas foi uma participação digna, honrada e repleta de interesse humano. “A Estrada 47″ captou tudo isso, além de ser um filme tecnicamente impecável. O filme não aborda nenhuma das grandes batalhas da FEB, como os vários ataques fracassados e a eventual conquista de Monte Castello, ou a ainda mais importante tomada da pequena cidade de Montese. O enredo é totalmente fictício, embora com base real, e a história se passa no difícil inverno de 1944­-1945.
TRADIÇÃO
Pracinhas de uma unidade de engenharia de combate são os protagonistas. Trata­-se de uma tradição típica, um verdadeiro clichê, dos filmes de guerra americanos: um grupo de militares é o centro da atenção. Pode ser um pelotão, um grupo de combate ou um mero destacamento de menos de uma dúzia de soldados. O grupo, no caso americano, costuma incluir um caipira do interior, um malandro de Nova York, um “latino”, um “italiano”, um “judeu”, ou, em raros filmes, um negro – as forças armadas americanas eram segregadas na Segunda Guerra; negros lutavam em unidades separadas.
O grupinho brasileiro inclui um sargento negro – as forças armadas brasileiras não eram segregadas– e pessoal de várias partes do país. A maioria da FEB foi recrutada no Rio, em São Paulo, Minas Gerais e Estados do Sul, mas havia bom número de nordestinos também. O personagem mais cativante do filme é conhecido como Piauí (Francisco Gaspar), um sujeito humilde e bem-­intencionado que cria um belo relacionamento com um prisioneiro alemão. Seus companheiros do sul o chamam pejorativamente de Paraíba.
LICENÇAS POÉTICAS
O sargento negro, sambista, tem o significativo nome Laurindo (Thogun Teixeira). Os veteranos da FEB associam o nome a um momento de pânico de um batalhão que recuou de suas posições no alto de uma colina. Na época, havia um samba com o verso “Laurindo desce o morro”. Depois, o batalhão se redimiu do apelido vergonhoso. O pequeno grupo do filme também entrou em pânico. Para se redimir, eles se dão a missão de retirar minas de uma estrada, a tal 47. Na verdade, não havia estrada com esse número na região da FEB – claro, trata-­se de ficção, com algumas licenças poéticas.
O agrupamento de soldados acaba recebendo por acaso um correspondente de guerra, Rui (Ivo Canelas). Pode ser uma homenagem a Rui Brandão, do “Correio da Manhã”; ou mesmo a Rubem Braga, do “Diário Carioca”. Nenhum desses correspondentes ligados à FEB teve acesso a situações perigosas. Não pegaria bem na ditadura Vargas ter um jornalista morto.
OSVALDINHO
O jornalista Rui usa um jipe com o nome Osvaldinho. O especialista logo reconhece o nome: era o jipe do general de brigada Osvaldo Cordeiro de Farias, comandante da artilharia da FEB, que batizou o jipe com o nome do filho. Nunca houve um filme brasileiro de guerra tão tecnicamente bem-­feito. As cenas de combate são corretas; os tanques americanos são de fato o clássico
M­4 Sherman. As cenas são filmadas em lugares que representam perfeitamente a Itália onde a FEB lutou.
“Um dia tudo isso será esquecido”, diz um dos personagens. De fato, isso aconteceu. Poucos no Brasil de hoje lembram ou conhecem a epopeia da FEB. Esse filme felizmente pode ajudar a sacudir a memória dos compatriotas. (Ricardo Bonalume Neto/Folhapress)
Confira a galeria de fotos do filme:
 
 

27 de mai de 2015

Cultura / Entrevista c/artista plástico e escritor - Leandro Ervilha


Especial / Ivete Sangalo


Ivete Maria Dias de Sangalo Cady
* 27/5/1972 Juazeiro, BA
Cantora. Compositora.
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Caçula de seis irmãos. O pai gostava de violão e tinha a profissão de joalheiro. A mãe era professora e cantora. Após ao falecimento do pai, a família passou a vender quentinhas.
Aos três anos já cantava canções de Clara Nunes.
Adolescente, participou de muitos saraus, gincanas e (...)
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Dados Artísticos


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Começou a carreira profissional no ano de 1983. Um de seus primeiros incentivadores foi o cantor e compositor Geraldo Azevedo no fim dos anos 80, quando se apresentou no Teatro do Centro de Cultura João Gilberto, de Juazeiro.
Apresentou-se em várias cidades do interior da Bahia, até ser convidada a participar da micareta da cidade de Morro de Chapéu, também (...)
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Obras

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  • Carro velho
  • Flor do reggae (c/ Fabinho O'Brian e Gigi)
  • Na Bahia (c/ Gigi)
  • Para você (Gigi e Ivete Sangalo)
  • Poder (c/ Gigi e Radamés)
  • Só pra me ver

26 de mai de 2015

Todo brasileiro precisa ver este vídeo


A eleição fraudulenta no Brasil


Vídeo que circula em Portugal sobre o ex-presidente Lula‏


Tony Tornado chega aos 85 anos em atividade nos palcos e nas telas


LULA APRESENTA SUA VERDADEIRA FACE !@!


21 de mai de 2015

Especial / Frejat


Roberto Frejat
* 21/5/1962 Rio
de Janeiro, RJ
Instrumentista. Cantor. Compositor. Produtor.

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Dados Artísticos


Em 2013 apresentou o espetáculo "A tal felicidade", show-baile com releituras de composições próprias e de outros compositores como Caetano Veloso, Tim Maia, Hyldon e Jorge Benjor, com o qual fez turnê por várias capitais brasileiras.
Ainda em 2013 prestou  assessoria ao escritor Aloísio de Abreu no espetáculo "Cazuza - Pro dia nascer feliz (...)
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Obras


  • 3 minutos (c/ Bruno Levinson e Maurício Barros)
  • 50 Receitas (c/ Leoni)
  • Amor pra recomeçar (c/ Maurício Barros e Mauro Santa Cecília)
  • Baby suporte (c/ Maurício Barros, Pequinho, Ezequiel e Cazuza)
  • Bete balanço (c/ Cazuza)
  • Blues da Piedade (c/ Cazuza)

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Discografia


  • (2012) Frejat Ao Vivo • Warner • DVD
  • (2008) Intimidade entre estranho • Warner • CD
  • (2004) Acústico MTV • WEA • CD
  • (2003) Sobre nós dois e o resto do mundo • EMI Brasil • CD
  • (2002) Eu e meu guarda-chuva • Som Livre • CD
  • (2001) Amor pra recomeçar • WEA • CD

No Rio de Janeiro, amantes do cinema ganharam um presente


20 de mai de 2015

Educação Comunitária



Especial / Renato Teixeira


Renato Teixeira de Oliveira
 20/5/1945 Santos, SP 

Biografia

Cantor. Compositor. Passou a infância em Ubatuba, SP, indo aos 14 anos para Taubaté, onde viveu até os 24 anos. No início dos anos 1960 trabalhou como radialista na Rádio Difusora de Taubaté, onde através do discotecário Teodoro Israel, tomou conhecimento da música sertaneja. Mudou-se para São Paulo em 1967, onde no Bar Patachou, (...)
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Dados Artísticos

Em meados dos anos 1960 formou a "Banda Água" e abriu um estúdio de jingles publicitários. Em 1967 participou do III FMPB, na TV Record em São Paulo, com a composição "Dadá Maria", sendo defendida por Gal Costa e classificada entre as finalistas. A mesma composição seria posteriormente regravada por Clara Nunes e Sílvio César. (...)
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Obras

  • 60 léguas num dia (c/ "Seu" Chico Alves)
  • Amanheceu, peguei a viola
  • Boiada (c/ Almir Sater)
  • Cavalo bravo
  • Dadá Maria
  • Guardiões da floresta
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Discografia

  • (2010) Amizade sincera (c/ Sérgio Reis) - Som Livre - CD
  • (2010) Amizade sincera (c/ Sérgio Reis) - Som Livre - DVD
  • (2000) Alvorada brasileira. Com Natan Soares • Kuarup • CD
  • (1999) Aguaterra. Com Xangai-Ao vivo • Paradoxx Music
  • (1998) 30 anos de romaria • Kuarup • CD
  • (1997) O melhor de Renato Teixeira • BMG • CD
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Shows

  • 30 Anos de carreira. Canecão, Rio de Janeiro, RJ
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15 de mai de 2015

Campinarte Memória / Alcides Gerardi





João Alcides Gerardi
 15/5/1918 Rio Grande, RS 
 3/1/1978 Rio de Janeiro, RJ

Cantor. Compositor / Ainda na infância, a família transferiu-se para Porto Alegre, onde cursou e concluiu a escola primária. Seguiu com os estudos, enquanto paralelamente trabalhava com o pai no comércio. Faleceu devido a um acidente na Via Dutra quando voltava de um show.

dos Artísticos

Iniciou sua carreira de cantor como crooner numa orquestra de dancing. Transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde se candidatou como calouro num programa da Rádio Nacional, não tendo sido contratado. Em 1939, atuou como vocalista do conjunto  Namorados ao Luar, começando a destacar-se  como cantor. Dois anos mais tarde integrou o trio Os Três Marrecos, onde atuou (...)

Obras

  • Filha do Coronel (c/ Irani de Oliveira)
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Discofia

  • (1976) Leonel Azevedo - 40 anos de Música Popular Brasileira • Independente • LP
  • (1967) E...eu sem Maria • Imperial Discos • LP
  • (1966) Desejo • CBS • LP
  • (1965) Tua partida • CBS • LP
  • (1964) Despedida • Columbia • LP
  • (1963) Sol de minha vida/Gosto dela • CBS • 78
[Saiba Mais]

Bibliografia Crítica

  • AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.
  • CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário Biográfico da música Popular. Rio de Janeiro: Edição do autor, 1965.
  • EPAMINONDAS, Antônio. Brasil brasileirinho. Rio de Janeiro: Instituto Nacional do Livro, 1982.
  • MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999.
  • SEVERIANO, Jairo e MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo. Volume 1. São Paulo: Editora 34, 1997.
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13 de mai de 2015

Memória / Especial Waldick Soriano


Eurípedes Waldick Soriano
13/5/1933 Caetité, BA
4/9/2008 Rio de Janeiro, RJ

Cantor. Compositor. Nascido no sertão da Bahia, ainda criança, trabalhou como lavrador. Foi peão, motorista de caminhão e garimpeiro de ametista até os 25 anos de idade. Nesse período, assistindo a filmes de faroeste, tornou-se admirador do personagem Durango Kid, do qual encorpou, em suas apresentações, a imagem de chapéu preto e da (...)
Um dos mais polêmicos e marcantes artistas da história da MPB, durante os anos 1970, seu nome tornou-se ícone da música brega, criticado pelos intelectuais e amado pelas platéias populares. Seu primeiro contrato profissional como cantor e compositor foi na Chantecler. Por esta gravadora, em 1960, lançou seu primeiro disco em 78 rpm, contendo, de sua autoria, (...)

Especial / Ângela Maria



Abelim Maria da Cunha
* 13/5/1928 Conceição de Macabu, RJ
Cantora / Nascida em Conceição de Macabu, distrito de Macaé, RJ, filha do reverendo Albertino Coutinho da Cunha. Começou a cantar ainda adolescente no coro da Igreja Batista do bairro carioca do Estácio, onde seu pai era pastor. Na verdade, todos os seus irmãos cantavam durante os cultos religiosos. Sua voz, porém, era a mais apreciada. Já (...)
Em 1948, saiu de casa aos vinte anos para cantar no Dancing Avenida. Foi descoberta pelos compositores Erasmo Silva e Jaime Moreira que a levaram para a Rádio Mayrink Veiga. Iniciou sua carreira profissional cantando em diversos programas radiofônicos com o pseudônimo de Ângela Maria, para que a família não descobrisse. Participou de vários deles, entre (...)

12 de mai de 2015

Campinarte Memória / Jamelão



José Bispo Clementino dos Santos
 12/5/1913 Rio de Janeiro, RJ 
 14/6/2008 Rio de Janeiro, RJ

Cantor. Compositor. 


Nascido no bairro de São Cristóvão, começou a ganhar a vida aos nove anos como pequeno jornaleiro. Ganhou o apelido de Jamelão na gafieira Jardim do Meyer, um dos muitos endereços de seu aprendizado de crooner. Foi levado à Mangueira pelo lendário compositor Gradim, amigo de Cartola e Carlos Cachaça, apesar de ter iniciado a trajetória de sambista acompanhando (...)

Dados Artísticos

Iniciou-se na bateria da Estação Primeira de Mangueira tocando tamborim. Interessou-se por aprender cavaquinho. Quando começou a cantar, seu estilo foi influenciado por Cyro Monteiro. Nos anos de 1930, passou por diversas gafieiras como a Fogão, de Vila Isabel, Cigarra e Tupi. Entre os dancings, cantou no El Dorado, Farolito, Avenida, Samba-Danças, Brasil e Belas-Artes. Começou a gravar no (...)

Obras

  • A saudade já chegou (c/ Norival Reis)
  • A vida é isto
  • Acabou (c/ Norival Reis)
  • Águas passadas (c/ Edgardo Luiz)
  • Aquele algo mais (Sou feliz) (c/ Moysés Santa'Anna)
  • Arrogância (c/ Moysés Santa'Anna)

Discografia

  • (2003) Cada vez melhor • Obi Music • CD
  • (2001) Escolas de Samba no Dia da Cultura • CD
  • (2000) Por força do hábito • Som Livre • CD
  • (1997) A voz do samba • CD
  • (1994) Minhas andanças • RGE • LP
  • (1987) Recantando mágoas-Lupi, a dor e eu • Continental • LP

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