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26 de out de 2014

Especial / Milton Nascimento

23 de out de 2014

TV Escola :: Morte e Vida Severina - Em desenho animado




Especiais diversos - Morte e Vida Severina - Em desenho animado
Duração: 00:55:26
Série: Especiais diversos
Nível de ensino: Ensino Médio

Sinopse

Morte e Vida Severina mostra a saga de um retirante nordestino que, como tantos brasileiros, viaja do sertão ao litoral em busca de melhores condições de vida. A história de Severino, contada por meio de versos na obra-prima de João Cabral de Melo Neto, foi adaptada para os quadrinhos pelo cartunista Miguel Falcão e é retratada nesta animação 3D. O desenho animado preserva o texto original e, fiel à aspereza do texto e aos traços dos quadrinhos, dá vida aos personagens do auto de natal pernambucano que foi publicado em 1956.

Outras informações

Ano de produção: 2009
Público-alvo: Aluno
Faixa etária: 15-18
Área temática: Diversidade Cultural, Geografia, Literatura
País de origem: Brasil
Versão do áudio: Áudio original
Produtora: TV Escola / OZI / FUNDAJ - Fundação Joaquim Nabuco
Diretor: Afonso Serpa

8 de out de 2014

Memória - Especial / Taiguara


Começou a cantar na noite aos 18 anos, quando foi contratado pela PolyGram, gravando seu primeiro LP dois anos depois.
Em 1964, teve a oportunidade de mostrar seu trabalho no Juão Sebastião Bar, (SP), onde toda quarta-feira a já veterana Claudette Soares abria espaço para músicos então iniciantes, como César Camargo Mariano, Toquinho e Chico Buarque.
O contato com Claudette transformou-se em amizade e, em 1967, os dois juntaram-se ao Jongo Trio e apresentaram o show "Primeiro tempo: 5 x 0", dirigido pela dupla Miéle e Bôscoli, no Rio. O espetáculo ficou em cartaz durante um ano, na Boate Rui Bar Bossa. Depois, o mesmo show foi adaptado para uma versão pocket para o Teatro Princesa Isabel, permanecendo durante dois anos em cartaz. Foi esse espetáculo que compôs "Hoje", um de seus maiores sucessos. O show foi gravado ao vivo pela Philips, em 1966, e hoje se transformou em peça rara de colecionador.
Participou, em 1966, da trilha sonora do filme "Crônica da cidade amada", de Carlos Hugo Christiensen, lançada pela Philips.
Em 1967, atuou no show "Farenheit", ao lado de Eliana Pittman, Cipó, Dori Caymmi e Luiz Eça. Oespetáculo foi gravado em disco pela Odeon.

Versátil, capaz de navegar por mares de diversos gêneros musicais, postou-se contra a repressão artística imposta pela ditadura militar. Em 1971, as canções do LP "Ilha" chamaram a atenção da censura. Dois anos depois, teve 11 músicas proibidas. O disco "Imyra, Tayra, Ipy, Taiguara", de 1975, teve participação especial de Hermeto Pascoal e Wagner Tiso e uma curiosidade: naquele ano, Taiguara estava sob as lentes da censura e foi Ge Chalar da Silva, então sua esposa, quem assinou as letras das músicas. O disco seria lançado em 1976, num show no Rio Grande do Sul, com as participações de Hermeto Pascoal e Toninho Horta, mas o espetáculo foi cancelado.
Entre 1968 a 1975, suas músicas eram freqüentes nas rádios, com destaque para "Universo no teu corpo", "Hoje", "Viagem" e "Teu sonho não acabou".
Ainda na década de 1970, viveu na Inglaterra, França, Tanzânia e Etiópia. Estudou regência em Londres, onde gravou o LP "Let the children hear the music", em inglês. O disco foi proibido de ser lançado, pela EMI, por decisão da Polícia Federal brasileira. O compositor recorreu ao Conselho Superior de Censura, em 1982, por sugestão de seu amigo pessoal, o crítico Ricardo Cravo Albin, que então defendia os autores de rádio, TV e MPB naquele Conselho. O parecer de Albin acabou por ser aprovado pela unanimidade do plenário do Conselho, liberando-se imediatamente o disco.
Retornou ao Brasil em 1978.
Nos anos 1980, aprofundou-se nas pesquisas das sonoridades africanas e paraguaias, que resultaram no disco "Brasil Afri".
Em 1990, seu último show, montado no Teatro João Caetano, com roteiro e direção de Ricardo Cravo Albin, e gravado pela TV Manchete, teve repercussão nacional.

Em 1994, passou alguns meses em Nova York. Faleceu de câncer na bexiga no dia 14 de fevereiro de 1996, quando preparava o repertório do disco seguinte, que seria de sambas que falavam sobre pobreza e alegria de viver nos morros cariocas. Em maio desse mesmo ano, a amiga e intérprete favorita de suas canções, Claudette Soares, homenageou o compositor com um show no Memorial da América Latina, em São Paulo.
Constam da relação dos intérpretes de suas canções Emílio Santiago, Pery Ribeiro, Angela Maria, Claudia, Evinha, Agnaldo Timóteo, Célia, Orlando Silva, Roupa Nova e Erasmo Carlos, entre outros.

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