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13 de mai de 2014

Canal História / Princesa Isabel



Princesa imperial brasileira nascida no palácio de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, chamada de a Redentora por ter abolido a escravidão no Brasil. Filha do imperador D. Pedro II e de Teresa Cristina, terceira imperatriz do Brasil, tornou-se herdeira do trono imperial após a morte dos irmãos Afonso (1847) e Pedro (1850). Acrescentou o sobrenome Orléans, quando casou por contrato com um nobre príncipe francês Luiz Felipe Maria Fernando Gastão de Orléans, o Conde d'Eu, filho de Luís de Orléans, duque de Nemours, e neto do rei Luís Filipe, da França (1864), que foi agraciado com as honras de marechal do Exército. O casal teve três filhos: Pedro de Alcântara, Luís e Antônio. Assumiu por três vezes a regência do império durante as viagens do imperador Pedro II ao exterior. Na sua primeira regência (1871-1873), sancionou a Lei do Ventre Livre, pela qual libertou os filhos que nascessem de mãe escrava. Seu segundo período na regência ocorreu quando da viagem de Pedro II aos Estados Unidos (1876-1877). Na sua terceira oportunidade como regente (1887-1889), sancionou a lei que abolia a escravidão, a Lei Áurea, em 13 de maio (1888). A decisão valeu à princesa imperial a condecoração Rosa de Ouro, concedida pelo papa Leão XIII. Porém seu casamento com um príncipe estrangeiro, o conde d'Eu, um nobre muito impopular entre os brasileiros, contribuiu para a insustentabilidade a manutenção da monarquia no Brasil. Com a proclamação da república, foi obrigada a exilar-se com os demais membros da família imperial (1905) no castelo d'Eu, na região francesa da Normandia. Nos últimos anos, com dificuldade para se locomover, viveu presa a uma grande cadeira de rodas, levada pelos corredores e salões do castelo d’Eu. Morreu em 14 de novembro (1921), aos 75 anos, com imensas saudades do Brasil. Muitos de seus descendentes vivem até hoje no Palácio Imperial na cidade de Petrópolis estado do Rio de Janeiro, entre netos e bisnetos.
Figura copiada a página PRINCESA ISABEL: http://www.vivabrazil.com/pisabel.htm

Abolição da Escravatura
Abolição da Escravatura
A abolição da escravatura: quadro de Auguste François Biard (1798-1882). 
          
A consciência antiescravista cresceu  após a proclamação da Independência, pois se acreditava ser impossível construir uma nação livre se a população permanecesse dividida em classes tão opostas. A Inglaterra, maior traficante de escravos da história, aboliu a escravidão nas colônias em 1833, uma vez que o advento do capitalismo exigia mais e mais mercados consumidores, tornado necessária a contratação de trabalhadores assalariados.
Em 1831, os ingleses passaram a pressionar o Brasil com a primeira lei antiescravista, a qual proibia o tráfico negreiro. Embora a medida não tenha sido eficaz, alguns navios passaram a serem interceptados. Quando isso acontecia, lançavam os escravos em alto mar para eliminar a prova do crime.
Em 1845, o Parlamento inglês aprovou a lei Bill Aberdeen, a qual permitia à esquadra inglesa prender navios escravos e julgar os tripulantes como piratas. Embora o Brasil tenha relutado, cedeu à Lei Eusébio de Queirós, de 1850, que reafirmou a proibição do tráfico de 1831.
Com a abolição do tráfico, o dinheiro envolvido passou a ser investido em outras atividades. Dada a resistência dos proprietários rurais, o fim do trabalho escravo ainda era algo distante, apesar dos movimentos abolicionistas terem quebrado a disciplina nas senzalas. Em seguida vieram a Lei do Ventre Livre, de 1871, a qual declarava livres os filhos de escravas nascidas a partir desta data, e a Lei dos Sexagenários, que libertava os escravos maiores de 60 anos.
Mas somente em 13 de maio de 1888, com a Lei Áurea assinada pela princesa Isabel é que a escravidão teve teoricamente seu fim.

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