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19 de mai de 2014

S.O.S.: Mulheres ao Mar (2014) - Trailer HD Oficial

Sinopse: Adriana (Giovanna Antonelli) embarca em um cruzeiro decidida a reconquistar seu ex-marido Eduardo (Marcelo Airoldi) que está com uma nova namorada, Beatriz (Emanuelle Araújo), estrela da TV. Adriana leva sua irmã Luiza (Fabíula Nascimento) e a empregada Dialinda (Thalita Carauta) incentivada pelo livro "SOS - Salvando um Sonho" a estragar a viagem de seu antigo namorado. No entanto, durante o passeio, essas conhecem novas pessoas e descobrem surpreendentes caminhos e soluções para suas vidas.

13 de mai de 2014

Ronnie Von/Roberto Carlos "Jovem Guarda" DVD (+playlist)

Canal Música / 1984 Leno e Lilian Video Show

Canal Música / Neil Diamond - BBC Concert 1971 - FULL VERSION


Canal História / Princesa Isabel


Princesa imperial brasileira nascida no palácio de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, chamada de a Redentora por ter abolido a escravidão no Brasil. Filha do imperador D. Pedro II e de Teresa Cristina, terceira imperatriz do Brasil, tornou-se herdeira do trono imperial após a morte dos irmãos Afonso (1847) e Pedro (1850). Acrescentou o sobrenome Orléans, quando casou por contrato com um nobre príncipe francês Luiz Felipe Maria Fernando Gastão de Orléans, o Conde d'Eu, filho de Luís de Orléans, duque de Nemours, e neto do rei Luís Filipe, da França (1864), que foi agraciado com as honras de marechal do Exército. O casal teve três filhos: Pedro de Alcântara, Luís e Antônio. Assumiu por três vezes a regência do império durante as viagens do imperador Pedro II ao exterior. Na sua primeira regência (1871-1873), sancionou a Lei do Ventre Livre, pela qual libertou os filhos que nascessem de mãe escrava. Seu segundo período na regência ocorreu quando da viagem de Pedro II aos Estados Unidos (1876-1877). Na sua terceira oportunidade como regente (1887-1889), sancionou a lei que abolia a escravidão, a Lei Áurea, em 13 de maio (1888). A decisão valeu à princesa imperial a condecoração Rosa de Ouro, concedida pelo papa Leão XIII. Porém seu casamento com um príncipe estrangeiro, o conde d'Eu, um nobre muito impopular entre os brasileiros, contribuiu para a insustentabilidade a manutenção da monarquia no Brasil. Com a proclamação da república, foi obrigada a exilar-se com os demais membros da família imperial (1905) no castelo d'Eu, na região francesa da Normandia. Nos últimos anos, com dificuldade para se locomover, viveu presa a uma grande cadeira de rodas, levada pelos corredores e salões do castelo d’Eu. Morreu em 14 de novembro (1921), aos 75 anos, com imensas saudades do Brasil. Muitos de seus descendentes vivem até hoje no Palácio Imperial na cidade de Petrópolis estado do Rio de Janeiro, entre netos e bisnetos.
Figura copiada a página PRINCESA ISABEL: http://www.vivabrazil.com/pisabel.htm

Abolição da Escravatura
Abolição da Escravatura
A abolição da escravatura: quadro de Auguste François Biard (1798-1882). 
          
A consciência antiescravista cresceu  após a proclamação da Independência, pois se acreditava ser impossível construir uma nação livre se a população permanecesse dividida em classes tão opostas. A Inglaterra, maior traficante de escravos da história, aboliu a escravidão nas colônias em 1833, uma vez que o advento do capitalismo exigia mais e mais mercados consumidores, tornado necessária a contratação de trabalhadores assalariados.
Em 1831, os ingleses passaram a pressionar o Brasil com a primeira lei antiescravista, a qual proibia o tráfico negreiro. Embora a medida não tenha sido eficaz, alguns navios passaram a serem interceptados. Quando isso acontecia, lançavam os escravos em alto mar para eliminar a prova do crime.
Em 1845, o Parlamento inglês aprovou a lei Bill Aberdeen, a qual permitia à esquadra inglesa prender navios escravos e julgar os tripulantes como piratas. Embora o Brasil tenha relutado, cedeu à Lei Eusébio de Queirós, de 1850, que reafirmou a proibição do tráfico de 1831.
Com a abolição do tráfico, o dinheiro envolvido passou a ser investido em outras atividades. Dada a resistência dos proprietários rurais, o fim do trabalho escravo ainda era algo distante, apesar dos movimentos abolicionistas terem quebrado a disciplina nas senzalas. Em seguida vieram a Lei do Ventre Livre, de 1871, a qual declarava livres os filhos de escravas nascidas a partir desta data, e a Lei dos Sexagenários, que libertava os escravos maiores de 60 anos.
Mas somente em 13 de maio de 1888, com a Lei Áurea assinada pela princesa Isabel é que a escravidão teve teoricamente seu fim.

A Treze de Maio! Hino de Nossa Senhora de Fátima



Em todo o Portugal e em todos os países do mundo, particularmente no Brasil, tem-se criado, no decorrer da história, fortes raízes à devoção a Nossa Senhora de Fátima.
O início e características desta devoção muito de semelhante tem à de Nossa Senhora de Lourdes.
Como em Lourdes, Nossa Senhora que se dignou comunicar à menina Bernadete de Soubirous, hoje santa canonizada pela Igreja, Maria Santíssima em Fátima apareceu, (no ano de 1917 por diversas vezes às três crianças: Lúcia de Jesus dos Santos e seus primos Francisco e Jacinta Marto.
Entre Lúcia e a Aparição estabeleceu-se diálogo da duração de dez minutos. Jacinta via a Aparição e ouvia-lhe as palavras dirigidas a Lúcia; Francisco via apenas a Aparição, sem, porém, ouvir coisa alguma, apesar de se achar na mesma distância e possuir ótimo ouvido.

PRIMEIRA APARIÇÃO

Nossa Senhora de Fátima
Nossa Senhora de Fátima
Quando Nossa Senhora apareceu pela primeira vez em Fátima, no dia 13 de maio de 1917, Lúcia acabara de completar 10 anos; Francisco estava para completar 9; e Jacinta, a menor, tinha pouco mais de 7 anos.
Nossa Senhora de Fátima
A aparição era de uma donzela formosíssima, que parecia ter dezoito anos de idade, e vinha rodeada de claridade fulgurante, tanto que as crianças na primeira vez se assustaram e pensaram em fugir. A aparição, porém, de voz dulcíssima, as tranquilizou, e assim ficaram.
O folheto publicado pelo Visconde de Montelo sobre as aparições diz o seguinte: "O vestido da Senhora era de uma alvura puríssima de neve, assim como o manto, orlado de ouro que lhe cobria a cabeça e a maior parte do corpo. O rosto, de uma riqueza de linhas irrepreensíveis e que tinha um não sei que de sobrenatural e divino, apresentava-se sereno e grave e como que toldado de uma leve sombra de tristeza. Das mãos, juntas à altura do peito, pendia-lhe rematado por uma cruz de ouro, um lindo rosário, cujas contas brancas brancas de arminho, pareciam pérolas. De todo o seu vulto, circundado de um esplendor mais brilhante que o sol, irradiavam feixes de luz, especialmente do rosto, de uma formosura impossível de descrever, incomparavelmente superior a qualquer beleza humana.
As crianças, surpreendidas, pararam bem perto da Senhora, dentro da luz que a envolvia.
Nossa Senhora então deu início a seguinte conversação com Lúcia:
Não tenhais medo. Eu não vos faço mal.
De onde é Vossemecê?
Sou do Céu.
E que é que Vossemecê quer?
Vim para vos pedir que venhais aqui seis meses seguidos, no dia 13, a esta mesma hora. Depois vos direi quem sou e o que quero. Depois, voltarei ainda aqui uma sétima vez.
E eu vou para o Céu?
Sim, vais.
E a Jacinta?
Também.
E o Francisco?
Também; mas tem que rezar muitos Terços. Lucia lembrou-se então de perguntar por duas jovens suas amigas que haviam falecido pouco tempo antes:
A Maria das Neves já está no Céu?
Sim, está.
E a Amélia?
Estará no Purgatório até o fim do mundo.
Nossa Senhora fez então um convite explícito aos pastorinhos:
Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido, e de súplica pela conversão dos pecadores?
Sim, queremos.
Ides, pois, ter muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto.
Nossa Senhora ainda acrescentou: "Rezem o Terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo e o fim da guerra".
Depois, começou a Se elevar majestosamente pelos ares na direção do nascente, até que desapareceu.
A aparição convidou as criaturas a voltarem todos os meses no dia treze, durante seis meses no dia treze, durante seis meses consecutivos àquele local, popularmente conhecido pelo nome de Cova da Iria, situado a pouco mais de dois quilômetros da igreja paroquial de Fátima.
A princípio ninguém prestava crédito às afirmações das crianças, que eram apodadas de mentirosas por toda a gente, mesmo pelas pessoas de suas famílias. A 13 de junho (dia da 2ª aparição) umas 50 pessoas acompanharam os videntes, na esperança de presenciarem o que quer que fosse de extraordinário. Nos meses seguintes o concurso de curiosos e devotos aumentou consideravelmente, reunindo-se talvez 5.000 pessoas em julho, 18.000 em agosto e 30.000 em setembro, junto a azinheira sagrada.
No momento em que se verificava a aparição, inúmeros sinais misteriosos de que muitas pessoas fidedignas dão testemunho, se sucederam uns após outros na atmosfera e no firmamento.
A aparição recomendou insistentemente que todos fizessem penitência e rezassem o terço do Rosário. Comunicou às crianças um segredo, que não podiam revelar a ninguém, e prometeu-lhes o céu.

SEGUNDA APARIÇÃO

A 13 de junho, os videntes não estavam sós, mais 50 pessoas haviam comparecido ao local.
A pequena Jacinta não conseguira guardar o segredo que os três haviam combinado, e se espalhara a notícia da aparição.
Desta vez, foi Lúcia que principiou a falar:
Vossemecê que me quer?
Quero que venhais aqui no dia 13 do mês que vem, que rezeis o terço todos os dias, e que aprendais a ler. Depois direi o que quero.
Lúcia pediu a Nossa Senhora a cura de um doente.
Se se converter, curar-se-á durante o ano.
Queria pedir-lhe para nos levar para o Céu.
Sim, a Jacinta e o Francisco, levo-os em breve. Mas tu ficas cá mais algum tempo. Jesus quer Servir-se de ti para Me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. A quem a abraçar, prometo a salvação; e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o seu trono.
Fico cá sozinha?
Não, filha. E tu sofres muito? Não desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Coração será o teu refúgio, e o caminho que te conduzirá até Deus.
Nossa Senhora, como da primeira vez, elevou-se com majestosa serenidade e foi-se distanciando, rumo ao nascente.

TERCEIRA APARIÇÃO

A 13 de julho, mais de 2 mil pessoas haviam comparecido à Cova da Iria.
As pessoas presentes notaram uma nuvenzinha de cor acinzentada pairando sobre a azinheira; notaram também que o sol se ofuscou e um vento fresco soprou, aliviando o calor daquele auge de verão.
Novamente foi Lúcia que iniciou a conversação:
Vossemecê que me quer?
Quero que venham aqui no dia 13 do mês que vem, que continuem a rezar o Terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer.
Queria pedir-lhe para nos dizer Quem é; para fazer um milagre com que todos acreditem que Vossemecê nos aparece.
Continuem a vir aqui, todos os meses. Em outubro direi Quem sou, o que quero, e farei um milagre que todos hão de ver para acreditar.
Lucia fez então alguns pedidos de graças e curas. Nossa Senhora respondeu que deviam rezar o Terço para alcançarem as graças durante o ano. Depois, prosseguiu:
Sacrificai-vos pelos pecadores, e dizei muitas vezes, em especial sempre que fizerdes algum sacrifício: Ó Jesus, é por vosso amor, pela conversão dos pecadores, e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria.
Nossa Senhora de Fátima
3ª Aparição - A visão do Inferno
Deu-se então a visão do Inferno, descrita, anos depois, pela Irmã Lúcia. Esta visão constitui a primeira parte do Segredo de Fátima, revelada apenas em 1941, assim como a segunda parte a seguir:
Após a terrível visão do inferno, os três pastorinhos levantaram os olhos para Nossa Senhora, como que para pedir socorro, e Ela, com bondade e tristeza, prosseguiu:
Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores. Para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar. Mas se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior.
Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal de Deus vos dá, de que vai punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre. Para a impedir, virei pedir consagração da Rússia ao meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem aos meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas. Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-Me-á, a Rússia se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz. Em Portugal, se conservará sempre o Dogma de Fé; etc...
(Aqui se insere a terceira parte do Segredo de Fátima, revelada pelo Papa em 13 de maio de 2000.)
Isso não digais a ninguém. ao Francisco sim, podes dizê-lo.
Após uma pausa prosseguiram:
Quando rezardes o terço, dizei depois de cada mistério: Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as almas todas para o Céu, principalmente aquelas que mais precisarem.
Vossemecê não me quer mais nada?
Não. Hoje não te quero mais nada.
E como das outras vezes, começou a se elevar com majestade na direção do nascente, até desaparecer por completo.

QUARTA APARIÇÃO

Os três pastorinhos foram sequestrados, na manhã do dia 13 de agosto, pelo administrador de Ourém, a cuja jurisdição pertencia Fátima. Ele achava que os segredos de Nossa Senhora se referiam a um acontecimento político que abaria com a República, recém instalada em Portugal.
Como eles nada revelaram do segredo-mesmo tendo sido deixados sem comida, presos juntamente com criminosos comuns e sofrido forte pressão - o truculento administrador acabou por desistir do intento e devolveu os videntes a suas famílias. Mas com isso, eles tinham perdido a visita da Bela Senhora, que descera à cova de Iria, mas não os encontrara.
Dois dias depois, entretanto, a Virgem novamente lhes apareceu,em um local chamado Valinhos.
Como das outras vezes, seguiu-se o diálogo:
Que é que Vossemecê me quer?
Quero que continueis a ir à Cova da Iria no dia 13; que continueis a rezar o Terço todos os dias.
No último mês, farei o milagre para que todos acreditem.
Que é que Vossemecê quer que se faça ao dinheiro que o povo deixa na Cova da Iria?
Façam dois andores. Um, leva-o tu com a Jacinta e mais duas meninas, vestidas de branco; o outro, que leve o Francisco com mais três meninos. O dinheiro dos andores é para a festa de Nossa Senhora do Rosário; e o que sobrar é para a ajuda de uma capela, que hão de mandar fazer.
Queria pedir-Lhe a cura de alguns doentes.
Sim, alguns curarei durante o ano. Rezai, rezai muito; e o que fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno, por não haver quem se sacrifique e peça por elas.
Em seguida, como de costume, começou a se elevar e desapareceu na direção do nascente.
Nossa Senhora de Fátima
Pediu que naquele local se erigisse uma capela em sua honra e declarou que no dia 13 de outubro havia de fazer um milagre para que todo o povo acreditasse que Ela realmente tinha ali aparecido.
Em 13 de agosto, momentos antes da hora da aparição, as crianças foram ardilosamente raptadas pelo administrador do Conselho, que as reteve em sua casa durante dois dias, ameaçando-as de morte se não se desdissessem ou pelo menos não revelassem o segredo que a aparição lhes tinha confiado.

QUINTA APARIÇÃO

A 13 de setembro, já eram 15 ou 20 mil as pessoas presentes no local das aparições.
A Virgem assim falou:
Continuem a rezar o Terço, para alcançarem o fim da guerra. Em outubro virá também Nosso Senhor, Nossa Senhora das Dores e do Carmo, São José com o Menino Jesus, para abençoarem o mundo. Deus está contente com os vossos sacrifícios, mas não quer que durmais com a corda. (que usavam cingida aos rins)
Trazei-a só durante o dia.
Têm-me pedido para Lhe pedir muitas coisas: a cura de alguns doentes, de um surdo-mudo.
Sim, alguns curarei. Outros, não, Em outubro farei o milagre para que todos acreditem.
Em seguida, começou a se elevar e desapareceu no firmamento.

SEXTA APARIÇÃO (Milagre do Sol)

A 13 de outubro, era imensa a multidão que acorrera á Cova da Iria: 50 a 70 mil pessoas. A maior parte chegara na véspera e ali passara a noite. Chovia torrencialmente e o solo se transformara num imenso lodaçal.
A multidão rezava o terço quando, à hora habitual, Nossa Senhora apareceu sobre a azinheira:
Que é que Vossemecê me quer?
Quero dizer-te que façam aqui uma capela em minha honra; que sou a Senhora do Rosário; que continuem sempre a sempre rezar o Terço todos os dias. A guerra vai acabar, e os militares voltarão em breve para suas casas.
Eu tinha muitas coisas para lhe pedir: se curava uns doentes e se convertia uns pecadores, etc. ...
Uns sim, outros não. É preciso que se emendem; que peçam perdão dos seus pecados. Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito ofendido.
Nesse momento, abriu as mãos e fez com que elas se refletissem no Sol, e começou a Se elevar, desaparecendo no firmamento. Enquanto Se elevava, o reflexo de sua própria luz se projetava no Sol. Os pastorinhos então viram, ao lado do Sol, o Menino Jesus com São José e Nossa Senhora. São José e o Menino traçavam com a mão gestos em forma de cruz, parecendo abençoar o mundo.
Desaparecida esta visão, Lúcia viu Nosso Senhor a caminho do Calvário e Nossa Senhora das Dores. Ainda uma vez Nosso Senhor traçou com a mão um sinal da Cruz, abençoando a multidão.
Por fim aos olhos de Lúcia apareceu Nossa Senhora do Carmo com o Menino Jesus ao colo, com aspecto soberano e glorioso.
As três visões recordaram, assim, os Mistérios gasosos, os dolorosos e os gloriosos do Santo Rosário.
Enquanto se passavam essas cenas, a multidão espantada assistiu ao grande milagre prometido pela Virgem para que todos cressem.
No momento em que Ela se elevava da azinheira e rumava para o nascente, o Sol apareceu por entre as nuvens, como um grande disco prateado, brilhando com fulgor fora do comum, mas sem cegar a vista. E logo começou a girar rapidamente, de modo vertiginoso. Depois parou algum tempo e recomeçou a girar velozmente sobre si mesmo, à maneira de uma imensa bola de fogo. Seus bordos tornaram-se, a certa altura, avermelhados e o Astro-Rei espalhou pelo céu chamas de fogo num redemoinho espantoso. A luz dessas chamas se refletia nos rostos dos assistentes, nas árvores, nos objetos todos, os quais tomavam cores e tons muito diversos, esverdeados, azulados avermelhados, alaranjados etc.
Três vezes o Sol, girando loucamente diante dos olhos de todos, se precipitou em zigue-zague sobre a terra, para pavor da multidão que, aterrorizada, pedia a Deus perdão por seus pecados e misericórdia.
O fenômeno durou cerca de 10 minutos . Todos o viram, ninguém ousou pô-lo em duvida, nem mesmo livre-pensadores e agnósticos que ali haviam acorrido por curiosidade ou para zombar da credulidade popular.
Não se tratou, como mais tarde imaginaram pessoas sem fé, de um fenômeno de sugestão ou excitação coletiva, porque foi visto a até 40 km de distância, por muitas pessoas que estavam fora do local da aparições e portanto fora da área de influência de uma pretensa sugestão ou excitação.
Mais um pormenor espantoso notado por muitos: as roupas, que se encontravam encharcadas pela chuva no início do fenômeno, haviam secado prodigiosamente minutos depois.
Nossa Senhora de Fátima
A multidão assistiu, impressionada, ao extraordinário Milagre do Sol
Toda imprensa, inclusive a de grande circulação se referiu, em termos respeitosos e com bastante desenvolvimento de Fátima. As apreciações destes fatos, mesmo no campo católico, não foram unânimes. As afirmações das crianças relativas ao próximo fim da grande guerra européia, contribuiram para essa divergência de opiniões. Mas apesar disso, de ano para ano, a devoção a Nossa Senhora do Rosário de Fátima aumenta e propaga-se por toda a parte. O concurso de peregrinos é enorme e verifica-se especialmente no dia 13 de cada mês, nos domingos, nos dias consagrados à Santíssima Virgem e, mais do que nunca, no dia 13 de maio e no dia 13 de outubro de cada ano.
A história e o tempo deixaram registradas ocorrências de inúmeras graças, curas prodigiosas e milagres atribuídos à intervenção de Nossa Senhora de Fátima.
Diante dos acontecimentos de Fátima, a Igreja deixou-se ficar na maior reserva e teve muita cautela, investigando e analisando o fatos por não curto espaço de tempo. O Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. Antônio Mendes Belo (falecido em 04 de agosto de 1929, na idade de 87 anos), só em 26 de junho de 1927, isto é, 10 anos depois das aparições, foi a Fátima, onde benzeu a via sacra colocada junto a estrada de Leiria a Fátima, muito depois de outros bispos e prelados terem visitado Fátima, por exemplo, o Arcebispo de Évora, o Primaz D. Manoel Vieira de Maos, o Núncio Apostólico de Lisboa e o Bispo de Funchal. Em 1931 o Episcopado Português fez a solene consagração do país a Nossa Senhora do Rosário de Fátima.
Lúcia, viveu até os 97 anos de idade, e morreu santamente no dia 13/02/2005 no mosteiro Carmelita de Coimbra, onde estava reclusa desde 1948.
Fonte: www.paginaoriente.com

8 de mai de 2014

Canal Música / Jair Rodrigues


 
Jair Rodrigues de Oliveira
6/2/1939 Igarapava, SP / + 8/5 /2014 Cotia SP 
Cantor. Compositor.
 
Na infância, cantava música religiosa em igreja. Antes de ingressar na vida artística, trabalhou como engraxate, mecânico, servente de pedreiro e ajudante de alfaiate. Em 1958, participou pela primeira vez de um programa de calouros, em São Carlos (SP). Em seguida, mudou-se para a capital paulista, onde trabalhou na alfaiataria Primor. Seu filho Jairzinho também ingressou (...)

Dados Artísticos

Iniciou sua carreira em 1957, atuando como crooner em casas noturnas do interior de São Paulo.

A partir de 1960, passou a cantar na capital paulista, participando de programas de calouros, entre os quais o "Programa de Cláudio de Luna" (Rádio Cultura), no qual obteve a primeira colocação.

Gravou seu primeiro disco (78 rpm) em 1962, com duas músicas para a Copa do Mundo do mesmo (...)

Obras

  • Na brincadeira do mundo (c/ Carlos Odilon)
  • Se Deus quiser (c/ Wando)

Discografia

  • (2006) Jair Rodrigues - Programa Ensaio - Brasil 1991 • Trama • CD
  • (2005) Alma negra • Trama • CD
  • (2004) A nova bossa • Trama • CD
  • (2002) Intérprete • Trama • CD
  • (2000) 500 anos de folia vol. 2 • Trama • CD
  • (1999) 500 anos de folia-100% ao vivo • Trama • CD


7 de mai de 2014

Capitão América 2 - O Soldado Invernal (Captain America: The Winter Soldier)

Captain América: O Soldado Invernal continua onde Os Vingadores terminou. Steve Rogers (Chris Evans) luta para cumprir seu papel no mundo moderno, em parceria com Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), também conhecida como Viúva Negra, para derrotar um poderoso e misterioso inimigo, o Soldado Invernal (Sebastian Stan) na cidade de Washington dos dias atuais.

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