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29 de dez de 2013

Comece a preparar seu Carnaval desde já!

O "Tempo de Lazer" de hoje te leva a Cananéia, Ilha do Cardoso, Marujá e Ilha Comprida. Confira!

CINEMA / Caçadores de Obras-Primas | Novo trailer promove site viral

Caçadores de Obras-Primas (Monuments Men), filme que George Clooney  escreve, dirige e estrela, ganhou um novo trailer. Ele foi feito como um anúncio para a Fundação dos Caçadores de Obras-Primas e indica um site viral, que dá até um número de telefone para informações sobre obras de arte perdidas. Veja:
O filme é baseado no livro de Robert M. Edsel The Monuments Men: Allied Heroes, Nazi Thieves, and the Greatest Treasure Hunt in History, sobre um grupo de especialistas selecionados pelo governo dos EUA para reaver obras de arte roubadas pelos nazistas durante a Segunda Guerra.
Cate BlanchettBill MurrayJean DujardinDaniel CraigJohn GoodmanHugh Bonneville e Bob Balaban  estão também no elenco, além de Clooney e Matt DamonAlexander Desplat cuida da trilha sonora.
Fox financia o projeto com a Sony Pictures. Segundo Clooney, esse será seu filme de maior orçamento - o mais caro até agora, O Amor Não Tem Regras, custou apenas US$ 58 milhões - mas não deve passar dos US$ 60 milhões. Caçadores de Obras-Primas chega ao Brasil em 14 de fevereiro
Caçadores de Obras-Primas | Novo trailer promove site viral Cinema | Omelete

26 de dez de 2013

Primeira Guerra Mundial - O Fim de uma era (Documentário Completo Dublado)


Publicado em 21/07/2013
Primeira Guerra Mundial - O Fim de uma era (Documentario Completo Dublado) Filmes Series Animação Desenhos seriados
Sinopse:
'Primeira Guerra Mundial - o fim de uma Era' mostra por que este conflito teve mais impacto na civilização do que qualquer outra Guerra até então. Este documentário mostra a história de batalhas como a de Verdun, na França, e apresenta comentários de especialistas que explicam os efeitos das novas tecnologias no front. A produção analisa, ainda, as enormes mudanças que o fim da Guerra trouxe, incluindo o inevitável renascimento da Alemanha como potência militar. Mediante depoimentos de sobreviventes e imagens de arquivo o documentário torna possível visitar os lugares onde a história aconteceu e entender a importância do conflito para o nascimento do século XX e de tudo o que ele trouxe consigo.

21 de dez de 2013

19 de dez de 2013

Canal Música / Especial - Maysa

Maysa Figueira Monjardim Matarazzo
 6/6/1936 São Paulo, SP 
 22/1/1977 Rio de Janeiro, RJ

Cantora. Compositora / Membro de uma rica e tradicional família do Espírito Santo, aos 18 anos casou-se com André Matarazzo - um dos herdeiros da família Matarazzo (milionários industriais paulistas descendentes do Conde Matarazzo), 20 anos mais velho do que ela. O envolvimento com a música, no entanto, veio muito antes, pois desde a adolescência (...)

Dados Artísticos

Em 1956, ao ter o nome de Maysa recusado pela gravadora CBS, em São Paulo, o produtor Roberto Côrte-Real convenceu o empresário José Scatena a ampliar os negócios da RGE, que passava assim de estúdio de gravação de jingles para se tornar um selo do mercado de discos. Por razões pessoais, não quis que seu disco fosse o primeiro a (...) [Saiba Mais]

Maysa

Obras

  • Adeus
  • Agonia
  • Amor paz (c/ Vera Brasil)
  • Canção sem título
  • Deserto de nós dois (c/ Henrique Simonetti)
  • Diplomacia
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Maysa

Discografia

  • (2009) Quando fala o coaração • Som Livre • CD
  • (2000) Barquinho • Sony Music/Columbia • CD
  • (2000) Simplesmente Maysa-Vol. 1 a 4 • CD
  • (1997) Tom Jobim por Maysa • RGE • CD
  • (1992) Canecão apresenta Maysa • Movieplay • CD
  • (1991) Maysa por ela mesma • RGE • CD
Maysa
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18 de dez de 2013

Aumento de até 500% do IPTU em Duque de Caxias - Matéria da Rede Globo


A nossa equipe reportou há 2 semanas atrás, a aprovação da mensagem do prefeito Alexandre Cardoso pedindo aos vereadores que aprovassem este aumento. Agora está aí a reportagem do RJTV comprovando o que já havíamos noticiado.... A maioria dos vereadores aprovaram este aumento e agora estão escondidos, com vergonha que a população saiba. Esta mensagem foi enviada na calada da noite para a câmara municipal de Duque de Caxias e o que o prefeito queria é que tudo isso caísse no anonimato, agora vem tentar se desculpar com a reportagem da Rede Globo.....
fonte: Rede Globo de Televisão
data: 18 de dezembro de 2013

Canal Música / Especial - Sá & Guarabyra

Luiz Carlos Sá
Guarabyra
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Dados Artísticos

O histórico do grupo remonta a 1971, quando Luis Carlos Sá, Zé Rodrix e Guarabyra formaram o trio Sá, Zé Rodrix & Guarabyra, que realizou várias apresentações e lançou os LPs, "Passado, presente, futuro" (1972) e "Terra" (1973).
Em 1973, com o desligamento de Zé Rodrix do trio, Sá e Guarabyra passaram a atuar em dupla.
Contratados pela gravadora Odeon, lançaram os LPs "Nunca" (...)
[Saiba Mais]

Discografia

  • (2000) Sucessos em dobro • Estúdio Eldorado • CD
  • (1999) Sá & Guarabyra com a Orquestra Sinfônica de Americana-ao vivo • Indie Records Music •CD
  • (1999) O essencial de Sá & Guarabyra • BMG • CD
  • (1997) Rio-Bahia • RGE • CD
  • (1996) Sá & Guarabyra-Série Aplauso • RCA/BMG • CD
  • (1994) O melhor de Sá & Guarabyra • RCA • CD

Canal Música / Especial - Biquini Cavadão

Componentes

Bruno Gouveia
Carlos Coelho
Miguel Flores
Álvaro Lopes
Patrick Laplan

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Dados Artísticos

Grupo de rock formado em 1983 no Rio de Janeiro (RJ). Em suas duas formações passaram Bruno Gouveia (voz),  Carlos Coelho (guitarra), Miguel Flores da Cunha (teclado), Álvaro Lopes (bateria) e Sheik (baixo), este último, mais tarde substituido por Patrick Laplan. Seus integrantes eram amigos no Colégio São Vicente, no bairro carioca das Laranjeiras. Em (...)
[Saiba Mais]

Discografia

  • (2012) Roda gigante • Independente • CD
  • (2005) Biquini Cavadão ao vivo • DeckDisc
  • (2002) Eu e meu guarda-chuva • Som Livre • CD
  • (2002) Um barzinho e um violão • Universal Music • CD
  • (2001) 80 • Universal Music • CD
  • (2001) Biquini Cavadão • Universal Music • CD
[Saiba Mais]

Shows

  • Hollywood Rock, RJ,
  • Show Rock 80. Sesc de São João de Meriti. RJ,
  • Show Rock 80. Sesc de Madureira. RJ,
  • Show CD 80. Rock In Rio Café. Barra da Tiuca, RJ,
  • Biquini Cavadão ao vivo (Part. Especial Papa Winnie). Festival Ceará Music, CE,
  • Biquini Cavadão ao vivo. Claro Hall, RJ,
[Saiba Mais]

Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • ALEXANDRE, Ricardo. Dias de Luta - O Rock e o Brasil dos Anos 80. Porto Alegre, Rio Grande do Sul: Arquipélogo Editorial Ltda, 2ª ed., 2013.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010.
  • DAPIEVE, Arthur. BRock: o rock brasileiro dos anos 80. Rio de Janeiro: Editora 34, 1995.
  • PASCHOAL, Marcio. Pisa na fulô mas não maltrata o carcará - Vida e obra do compositor João do Vale, o poeta do povo. Rio de Janeiro: Lumiar Editora, 2000.
[Saiba Mais]

17 de dez de 2013

Canal Música / Especial - Cazuza

Agenor de Miranda Araújo Neto
 4/4/1958 Rio de Janeiro, RJ 
 7/7/1990 Rio de Janeiro, RJ

Cantor. Compositor. Letrista. Filho do produtor e diretor da gravadora Som Livre João Araújo e de Maria Lúcia Araújo (Lucinha Araújo). Foi criado no bairro de Ipanema e estudou no Colégio Santo Inácio, um dos mais tradicionais da cidade. Posteriormente, já frequentando o Baixo Leblon (ponto de encontro de artistas e intelectuais no (...)
Sua formação musical passou tanto pelo rock de Jimi Hendrix, Rolling Stones e Led Zeppelin, quanto por artistas como Lupicínio Rodrigues, Dolores Duran e Maysa, que costumava ouvir na casa do pai. Seus primeiros discos com o grupo Barão Vermelho apresentavam rocks e blues, um gênero com o qual se identificava desde que ouvira Janis Joplin. O primeiro disco do grupo (...)

Obras

  • Azul e amarelo (c/ Lobão e Cartola)
  • Baby lonest (c/ Ledusha e Bernardo Vilhena)
  • Baby suporte (c/ Barros, Pequinho e Ezequiel)
  • Bete balanço (c/ Frejat)
  • Boas novas
  • Bruma (c/ Arnaldo Brandão)

Discografia

  • (2005) Cazuza - o poeta está vivo • Som Livre • CD
  • (1991) Cazuza por aí • PolyGram • LP
  • (1990) Songbook Cazuza • Lumiar Discos • CD
  • (1989) Burguesia • PolyGram • LP
  • (1988) Ideologia • PolyGram • LP
  • (1988) O tempo não pára • PolyGram • LP

Shows

  • Rock In Rio, RJ,
  • Show Só se for a dois. Teatro Ipanema, RJ,
  • O tempo não pára. Canecão, RJ.

Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • ALBIN, Ricardo Cravo. MPB, a história de um século. Rio de Janeiro: Atrações Produções Ilimitadas/MEC/Funarte, 1997.
  • ALBIN, Ricardo Cravo. O Livro de Ouro da MPB. Rio de Janeiro: Ediouro Publicações S.A., 2003.
  • ALEXANDRE, Ricardo. Dias de Luta - O Rock e o Brasil dos Anos 80. Porto Alegre, Rio Grande do Sul: Arquipélogo Editorial Ltda, 2ª ed., 2013.
  • AMARAL, Beatriz Helena Ramos. Cássia Eller - Canção na voz do fogo. Escrituras Editora, 2002, SP.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010.

Canal Música / Especial - Olívia Hime

Maria Olívia Leuenroth Hime
 25/6/1943 Rio de Janeiro, RJ 

Dados Artísticos

No início de sua carreira, integrou, com Miúcha e Telma Costa, um grupo vocal com o qual atuou em um show de Vinicius de Moraes e Tom Jobim. Em 1977, assinou a produção musical do LP "Passaredo", de Francis Hime. Em seguida, começou a participar de discos e shows do compositor e também a compor. Em 1981, gravou seu primeiro LP, "Olívia (...)
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Obras

  • A tarde (c/ Francis Hime)
  • A ver navios (c/ Francis Hime e Guinga)
  • Alta madrugada (c/ Francis Hime)
  • Cada canção (c/ Francis Hime)
  • Canção transparente (c/ Francis Hime)
  • Cara bonita (c/ Francis Hime)
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Discografia

  • (2011) Alma Música (Francis Hime e Olívia Hime) – Biscoito Fino – CD
  • (2007) Canções de Guerra • Biscoito Fino • CD
  • (2007) Duetos II (Vários artistas) – participação • Biscoito Fino
  • (2004) Canção transparente • Biscoito Fino • CD
  • (2002) Mar de algodão • Biscoito Fino
  • (1998) Serenata de uma mulher-Olívia Hime canta Chiquinha Gonzaga • Rioarte Digital/Biscoito Fino • CD
[Saiba Mais]

Shows

  • Almamúsica. Francis Hime e Olívia Hime – Ameno Resedá, Rio de Janeiro (2012)
  • Alma Música – Francis Hime e Olívia Hime. Show de lançamento do CD – Teatro Café Pequeno, Rio de Janeiro. (2011)
  • Canção transparente. Show de lançamento do disco. Teatro Rival BR, Rio de Janeiro.
  • Olívia Hime. Show de gravação do DVD. Sesc Santana, São Paulo.
[Saiba Mais]

Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010.
[Saiba Mais]
Olívia Hime - Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira

16 de dez de 2013

Canal Música / Beethoven - Symphony No. 5 (Proms 2012)

Ludwig van Beethoven

Prom 12: Beethoven Cycle -- Symphonies Nos. 5 & 6
Beethoven - Symphony No. 5 in C minor, Op. 67
1 - Allegro con brio
2 - Andante con moto
3 - Scherzo. Allegro
4 - Allegro

West--Eastern Divan Orchestra
Daniel Barenboim, conductor
Royal Albert Hall, 23 July 2012

12 de dez de 2013

Manifestantes pedem o fim da polícia militar


Publicado em 12/12/2013
Um grupo de manifestantes percorreu na tarde desta quinta-feira (12) os corredores do Fórum Mundial de Direitos Humanos pedindo o fim da policía militar. Confira o vídeo:

11 de dez de 2013

Dilma participa da abertura do 8º Encontro Nacional da Indústria

Foto de Obama com premiê dinamarquesa constrange Michelle

Durante a cerimônia oficial de despedida do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, o presidente dos EUA protagonizou uma cena que ganhou repercussão mundial. Sentado ao lado da primeira-ministra dinamarquesa Helle Thorning-Shmidt, ele posou para um autorretrato tirado pela colega ao lado do também premiê David Cameron e causou a ira da mulher.
Após o 'selfie' --que vem se tornando uma febre entre celebridades e anônimos--, Obama e a ministra mostraram total entrosamento, conversando animadamente durante o funeral. E Michelle não escondeu sua insatisfação.
Logo depois, ainda com cara de poucos amigos, Michelle trocou de lugar com o marido, acabando com o clima de descontração entre ele e Helle, que parece surpresa em uma das imagens.
Outro ponto da cena foi a revolta que o selfie causou pelo mundo. Em um funeral que contava com a presença de mais de 90 líderes mundiais, no entanto, o selfie acabou gerando críticas nas redes sociais.
Quem capturou a imagem foi o fotógrafo da AFP Roberto Schmidt  e assim que a imagem caiu na web, internautas de todo o mundo opinaram sobre a falta de consciência em um momento tão solene: "Como líderes mundiais podem se comportar como adolescentes num momento como este?", foi uma das críticas feitas ao caso.

10 de dez de 2013

Missa em homenagem ao líder sul-africano Nelson Mandela



Missa em homenagem ao líder sul-africano Nelson Mandela, falecido na última quinta-feira (5)
Fotos / José Cruz / Agência Brasil
Brasília -- A Embaixada da África do Sul e o Palácio Itamaraty realizam missa em homenagem à memória de Nelson Mandela, na Catedral de Brasília. E/D: o deputado Gabriel Chalita, o presidente do STF, Joaquim Barbosa, o presidente da República em exercício, Michel Temer, o embaixador da África do Sul no Brasil, Mphakama Mbete, e esposa

Abertura do Fórum Mundial de Direitos Humanos



Fotos / Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
Brasília – O presidente da República em exercício, Michel Temer, e as ministras de Direitos Humanos, Maria do Rosário, e de Políticas para Mulheres, Eleonora Menicucci, participam da abertura do Fórum Mundial de Direitos Humanos (FMDH), entre outras autoridades nacionais e internacionais. Na abertura foi elaborada uma homenagem ao líder sul-africano Nelson Mandela, falecido na última quinta-feira (5).

10 de Dezembro / A DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS 1948

Esse vídeo foi Enviado em 10/12/2008


O teor do documento

A Declaração abre-se com a proclamação dos três princípios axiológicos fundamentais em matéria de direitos humanos: a liberdade, a igualdade e a fraternidade.
A formação histórica dessa tríade sagrada remonta a Revolução Francesa. Mas a sua consagração oficial em textos jurídicos só se fez tardiamente. A Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão de 1789, tal como o Bill of Rights de Virgínia de 1776, só se referem à liberdade e à igualdade. A fraternidade veio a ser mencionada, pela primeira vez – e, ainda assim, não como princípio jurídico, mas como virtude cívica -, na constituição francesa de 1791.
Foi somente no texto constitucional da Segunda república francesa, em 1848, que o tríptico veio a ser oficialmente declarado.
O princípio da igualdade essencial do ser humano, não obstante as múltiplas diferenças de ordem biológica e cultural que os distinguem entre si, é afirmado no artigo II. O pecado capital contra a dignidade humana consiste, justamente, em considerar e tratar o outro – um indivíduo, uma classe social, um povo – como um ser inferior sob pretexto da diferença de etnia, gênero, costumes ou fortuna patrimonial. Algumas diferenças humanas, aliás, não são deficiências, mas bem ao contrário, fontes de valores positivos e, como tal, devem ser protegidas e estimuladas.
Como conseqüências dessa igualdade de essência, o artigo VII reafirma a regra fundamental da isonomia, proclamada desde as revoluções americana e francesa do século XVIII. Na Declaração Universal dos Direitos do Homem, o princípio da liberdade compreende tanto a dimensão política, quanto a individual. A primeira vem declarada no artigo XXI e a Segunda nos artigos VII e XVI a XX. Reconhece-se, com isto, que ambas essas dimensões da liberdade são complementares e independentes. A liberdade política, sem as liberdades individuais, não passa de engodo demagógico de Estados autoritários ou totalitários. E o reconhecimento das liberdades individuais, sem efetiva participação política do povo no governo, mal esconde a dominação oligárquica dos mais ricos.
O princípio da solidariedade está na base dos direitos econômicos e sociais, que a Declaração afirma nos artigos XXII a XXVI.
Trata-se de exigências elementares de proteção às classes ou grupos sociais mais fracos ou necessitados, a saber:
a) o direito à seguridade social (arts. XXII e XXV).
b)
 o direito ao trabalho e à proteção contra o desemprego (art. XXIII, 1).
c) 
os principais direitos ligados ao contrato de trabalho, como a remuneração igual por trabalho igual (art. XXIII, 2), o salário mínimo (art.XXIII, 3); o repouso e o lazer, a limitação horária da jornada de trabalho, as férias remuneradas (art. XXIV).
d)
 a livre sindicalização dos trabalhadores (art. XXIII, 4).
e) o direito à educação
: ensino elementar obrigatório e gratuito, a generalização da instrução técnico-profissional, a igualdade de acesso ao ensino superior (art. XXVI).
A Organização Internacional do Trabalho, em particular, tem desenvolvido por meio de convenções os vários direitos do trabalhador declarados no artigo XXIII.
Após enunciar, nos três primeiros artigos, os valores fundamentais da liberdade, da dignidade e da fraternidade, e proclamar que todos os seres humanos têm direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal, a Declaração assenta a proibição da escravidão e do tráfico de escravos (art. IV).
Teria sido sem dúvida mais lógico fazer preceder esse dispositivo da declaração de princípios consignada no artigo VI: “todo homem tem direito de ser, em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei.
Este o princípio capital em matéria de direitos humanos. Na verdade, os escravos não são os únicos seres humanos aos quais se denegam todos os direitos: o mesmo ocorreu com os apátridas durante a 2ª Guerra Mundial, como será lembrado mais abaixo. Em aplicação ao dispositivo no artigo IV da Declaração, uma conferência de plenipotenciários, convocada pelo Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, aprovou em 7 de setembro de 1956 uma Convenção Suplementar sobre a abolição da escravatura e de situações similares à escravidão, bem como do tráfico de escravos.
Com base nos dispositivos da Declaração que consagram as liberdades individuais clássicas e reconhecem os direitos políticos (art. XXI), as Nações Unidas adotaram, subseqüentemente, três convenções internacionais. A primeira em 20 de dezembro de 1952, destinada a regular os direitos políticos das mulheres, segundo o princípio básico da igualdade entre os sexos. A Segunda, em 7 de novembro de 1962, sobre o consentimento para o casamento, a idade mínima para o casamento e o registro de casamentos (art. XVI da Declaração). A terceira, em 21 de dezembro de 1965, sobre a eliminação de todas as formas de discriminação racial.
A par desses direitos e liberdades tradicionais, a Declaração estende o sistema de proteção universal da pessoa humana a novos setores. A 2ª Guerra Mundial engendrou uma multidão de refugiados, em toda a Europa. Além disso, o Estado nazista aplicou, sistematicamente, a política de supressão da nacionalidade alemã judaica. Logo após a guerra, Hannah Arendt chamou a atenção para a novidade perversa desse abuso, mostrando como a privação de nacionalidade fazia vítimas pessoais excluídas de toda proteção jurídica no mundo. Ao contrário do que se supunha no século XVIII, mostrou ela, os direitos humanos não são protegidos independentemente da nacionalidade ou cidadania.
O asilado político deixa um quadro de proteção nacional para encontrar outro.
Mas aquele que foi despojado de sua nacionalidade, sem ser opositor político, pode não encontrar nenhum Estado disposto a recebê-lo: ele simplesmente deixa de ser considerado uma pessoa humana.
Numa fórmula tornada célebre, Hannah Arendt concluiu que a essência dos direitos humanos é o direito a ter direitos. Tendo em vista esse precedente, a Declaração, além de reconhecer o direito de asilo a todas as vítimas de perseguição (art. XIV), firma o direito de todos a uma nacionalidade (art. XV). As Nações Unidas ocuparam-se sucessivamente dessa questão, em três ocasiões.
Em 28 de junho de 1951, em obediência à Resolução 429 (Você) da Assembléia Geral, datada de 14 de dezembro de 1950, uma conferência de plenipotenciários sobre o status dos refugiados apátridas aprovou uma primeira Convenção sobre a matéria. Em 28 de setembro de 1954, outra Convenção internacional, invocando a Declaração Universal de Direitos Humanos, regulou a situação dos apátridas não refugiados. Finalmente, em 30 de agosto de 1961, uma terceira Convenção, tendo por objeto reduzir o número de apátridas, foi adotada por uma conferência de plenipotenciários, convocada por uma resolução da Assembléia Geral de 4 de dezembro de 1954.
Outro traço saliente da Declaração Universal de 1948 é a afirmação da democracia como único regime político compatível com o pleno respeito aos direitos humanos (arts. XXI e XXIX, alínea 2).
O regime democrático já não é, pois, uma opção política entre muitas outras, mas a única solução legítima para a organização do Estado.É de se assinalar, finalmente, o reconhecimento, no artigo XXVIII, do primeiro e mais fundamental dos chamados direitos da humanidade, aquele que tem por objetivo a constituição de uma ordem internacional respeitadora da dignidade humana.

8 de dez de 2013

Sorteio da Copa expõe contradições sociais na Bahia - BBC Brasil - Vídeos e Fotos

 
A Costa do Sauípe, um complexo de resorts na costa da Bahia, foi o cenário escolhido para o sorteio das seleções que jogam no Mundial.
A paisagem paradisíaca contrasta com o Brasil real, que se vê nas ruas das grandes cidades brasileiras.
Em Salvador, capital baiana, os índices de criminalidade são altíssimos. E boa parte das obras prometidas como parte legado da Copa a sociedade não vão sair do papel antes do Mundial, levantando questões sobre os benefícios do evento para a sociedade.

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