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15 de jul de 2013

Zito, Funcionários e alguns Secretários, vão responder por crimes contra o patrimônio

O Ministério Público vai investigar denúncias de superfaturamento, fraude em contratos, desaparecimento de bens públicos e supersalários durante a gestão de José Camilo Zito ex-prefeito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. O inquérito será baseado em um relatório do Tribunal de Contas do Estado.
Entre as irregularidades está o desaparecimento de 47 carros da Prefeitura e de outras 14 máquinas pesadas no final do mandato de Zito. Além disso, pelo menos outros cinco veículos foram comprados com o dinheiro público e colocados em nome de particulares.
Em meio à crise financeira, o Tribunal de Contas do Estado também constatou que contratos de funcionários foram rescindidos e o Hospital Moacyr do Carmo, o principal da região, funcionava com 30% da capacidade.
Enquanto isso, secretários e comissionados recebiam até R$ 50 mil por mês - mais que o dobro do limite permitido, de R$ 24.500. Segundo o relatório, Zito acumulava uma aposentadoria como servidor público e o salário de prefeito. Apenas em 2012, ele recebeu de forma irregular R$ 318mil reais.
Com depósitos atrasados por mais de 90 dias, contratos com uma empresa de coleta de lixo foram suspensos, o que provocou um caos durante os últimos meses de 2012.
De acordo com o presidente do TCE Jonas Lopes, o ex-prefeito pode responder também pela má gestão. O ex-prefeito de Duque de Caxias José Camilo Zito não foi encontrado para comentar o assunto.

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