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Canal / Nova Campinas

O SHOW DO COMÉRCIO

Extra Online - TV e Lazer

TV iG: Vídeos de notícias, futebol, lutas, clipes, moda e trailers

28 de mar de 2012

Canal Cinema / HELENO (2012) - Trailer Oficial HD


Heleno de Freitas era o príncipe da era de ouro do Rio de Janeiro, os anos 40, quando a cidade era um cenário de sonho, cheio de glamour e promessas. Bonito, charmoso e refinado nos salões elegantes, era um gênio explosivo e apaixonado nos campos de futebol. Heleno tinha certeza de que seria o maior jogador brasileiro de todos os tempos. Mas a guerra, a sífilis e as desventuras de sua vida desviaram seu destino, numa jornada de glória e tragédia.

26 de mar de 2012

19 de mar de 2012

Um ciclista de Nova Campinas? Niedson Albuquerque!


 Niedson é ciclista tem 57 anos e mora há mais de 25 em Nova Campinas – Duque de Caxias – RJ.
Confessa que entrou para o ciclismo com 42 anos motivado pelo filho e o curioso é que o filho desistiu e Niedson deu continuidade, tomou gosto pelo esporte e desde 2001 é um atleta federado.
Em sua primeira competição oficial ficou em 3.º lugar (Nova Iguaçu 2001).
A partir daí participou de inúmeros torneios, copas, campeonatos, maratonas:
Em 2010: medalhista no Mundial de Moutan Bike – 13.º colocado na classificação geral e 4.º entre os brasileiros / campeão estadual / vice na Maratona Ciclista;
Em 2011: campeão da Primeira Etapa do Estadual / campeão da Primeira Etapa da Taça Brasil realizada em Curitiba (a Segunda Etapa será no Rio em maio).
Por conta própria, sem contar com a ajuda do Governo sem contar com a ajuda da Federação e sem patrocinador, Niedson já organizou vários eventos na região (nada oficial) e lamenta a falta de apoio ao ciclismo por parte das autoridades e apela para a Prefeitura de Duque de Caxias (Secretaria de Esporte) para que dê um pouco mais de atenção ao esporte, principalmente no Terceiro Distrito onde o que não falta é ciclista. A região carece de mais eventos: passeios, torneios, copas, campeonatos, etc.
Hoje para Niedson a situação está um pouquinho melhor, pois conta com o patrocínio da Ciferal e uma coisa que nunca faltou em sua vida, o apoio da família, parentes e uma legião de amigos e fãs.

O "Bacaninha Geraldo Dantas"

Nova Campinas / Julio Inocêncio / TaeKwon-Do


Julio Inocêncio (o Julinho) Faixa Preta de TaeKwon-Do fala de sua carreira, planos e apela à Secretaria de Esportes de Duque de Caxias para que promova torneios, campeonatos, copas, enfim, o esporte precisa de mais visibilidade. Vale a pena dar uma conferida nesse vídeo.

O Teatro no Terceiro Distrito de Duque de Caxias na visão do Professor Antonio Moreno


Antonio Moreno, professor de teatro no Terceiro Distrito de Duque de Caxias fala de sua formação, carreira, projetos, realizações e apela para a Secretaria de Cultura do Município de Duque de Caxias para que olhe mais pela arte e a cultura em particular do Terceiro Distrito do Município.
Nesse vídeo o Professor Moreno dá algumas dicas e sugestões para que a arte e a cultura tenham um desenvolvimento compatível com o crescimento da nossa região.

Nova Campinas / Esporte - Escolinha de Futebol - Esporte União

video

As poderosas lentes do nosso Observatório Comunitário captaram em Nova Campinas o Professor Luzimar que há (mais) de 16 anos é o responsável pela Escolinha de Futebol Esporte União localizada à Rua 6 – 256 – c/2 – área 4.
O professor Luzimar contou a este Observatório que arca com todas as despesas e (definitivamente) não conta com nenhum tipo de patrocínio, nenhum tipo de apoio.
A Escolinha Esporte União hoje tem um universo de mais de 30 crianças divididas em duas categorias: pré-mirim e infanto.
O trabalho do professor Luzimar às vezes fica bastante prejudicado porque lhe faltam, por exemplo, bolas, coletes, meias, e outras coisas mais.
Os treinos atualmente são realizados no campo do Caixa D’água as quartas e sextas-feiras das 15:00 às 18:00.
O mais curioso nessa história é que o professor Luzimar é deficiente físico desde a infância quando foi vítima de paralisia infantil.

UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL
A Escolinha Esporte União recebeu nessa quarta-feira a visita do Professor Joacil que representando o Grupo Joalon ratificou um apoio a garotada da escolinha do professor Luzimar.
O Professor Joacil (à direita) deixou claro que o Grupo Joalon ajudará no que for possível e espera que essa parceria renda muitos e muitos frutos.


17 de mar de 2012

15 de mar de 2012

Especial / Johnny Alf



O texto abaixo foi extraído do site Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira
Biografia / Compositor. Cantor. Instrumentista (pianista).
Filho de um cabo do exército, que faleceu em 1932. Sua mãe, viúva, foi trabalhar em uma casa de família na Tijuca e o criou sozinha. Começou a estudar piano aos nove anos, com a professora Geni Borges (amiga da família com a qual sua mãe trabalhava). Após o início na música erudita, começou a mostrar também interesse pela música popular, principalmente ligada ao cinema. Seus compositores preferidos eram Cole Porter, George Gershwin e Nat King Cole. Estudou no Colégio Pedro II até a época do serviço militar. Aos 14 anos, formou o seu primeiro grupo e, através do CPII, entrou em contato com o Instituto Brasil Estados Unidos (IBEU) para estudar inglês. Nessa instituição, adquiriu o seu pseudônimo, quando de sua apresentação no programa de jazz de Paulo Santos, na Rádio MEC. Trabalhou no escritório de contabilidade da Estrada de Ferro da Leopoldina e, com o pessoal do IBEU, fundou um clube para intercâmbio de música brasileira e música norte-americana, com audições semanais, saraus, audições de discos novos, filmes, shows e debates, entre outras atividades. Quando o pianista e cantor Dick Farney retornou dos EUA em 1949, ficou sabendo do clube no IBEU e se tornou sócio. A partir de então, o clube passou a se chamar Sinatra-Farney Fã Club. Outros músicos eram sócios do clube, entre eles João Donato, Paulo Moura, Nora Ney, Doris Monteiro, Bebeto Castilho, Tom Jobim e Luiz Bonfá. Nessa época, tocava no clube à noite e durante o dia prestava o serviço militar.
Morreu numa quinta-feira, dia 4 de março de 2010. Ele estava internado em estado grave no hospital Mário Covas, em Santo André.
Com 80 anos, Johnny tratava um câncer de próstata há cerca de três anos na instituição. Segundo o empresário do cantor, Nelson Valencia, a metástase tinha avançado e os médicos avisaram que não havia mais nada que pudesse ser feito.
Um dos precursores da bossa nova, ele vivia em uma casa de repouso na cidade e não tinha familiares.

Especial / Tim Maia


Iniciou sua carreira artística aos 14 anos de idade, integrando, como baterista, o grupo Os Tijucanos do Ritmo, com o qual atuou durante um ano. Em seguida, começou a estudar violão e formou, em 1957, com Roberto e Erasmo Carlos, o grupo Os Sputniks.
Em 1959, viajou para os Estados Unidos, onde permaneceu durante quatro anos. Estudou inglês e integrou, como vocalista, o conjunto The Ideals.
Em 1968, gravou seu primeiro disco, um compacto simples contendo suas composições "Meu país" e "Sentimento".
No ano seguinte, destacou-se no cenário artístico com a gravação de "These are the songs", lançada em compacto simples que registrou também a canção "What you want to bet", ambas de sua autoria.
Em 1970, foi convidado para gravar, em dueto com Elis Regina, a faixa "These are the songs", registrada pela cantora no LP "Em pleno verão". Ainda nesse ano, lançou seu primeiro LP "Tim Maia" (Polydor), com destaque para sua composição "Azul da cor do mar", além de "Coroné Antonio Bento" (Luis Wanderley e João do Vale) e "Primavera" (Cassiano). O disco esteve durante 24 semanas nas paradas de sucesso cariocas.

Em 1971, gravou mais um LP contendo canções próprias como "Não quero dinheiro (Só quero amar)" e de outros autores como Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle ("Preciso aprender a ser só"). No ano seguinte, lançou novo LP, registrando "These are the songs" e outras canções de sua autoria como "Idade" e "My little girl".
Em 1973, gravou mais um LP intitulado "Tim Maia", contendo "Réu confesso", de sua autoria, e "Gostava tanto de você", de Édson Trindade, entre outras. Ainda na década de 70, fundou seu próprio selo, inicialmente Seroma e, mais tarde, Vitória Régia Discos.

Em 1975, converteu-se à seita Universo em Desencanto, fato que inspirou o lançamento independente (Seroma) dos dois volumes "Tim Maia Racional".
No ano seguinte, gravou o LP "Tim Maia", contendo sua canção "Dance enquanto é tempo" (c/ Paulo Ricardo) e outras.
Ainda nos anos 1970, lançou mais dois LPs intitulados "Tim Maia", em 1977 e 1978, pela Som Livre, o LP "Tim Maia Disco Club" (1978, Atlantic/Warner), contendo suas canções "Acenda o farol" e "Sossego", e o LP "Reencontro" (1979, EMI-Odeon), com destaque para "Canção para Cristina", de Tibério Gaspar.
Nos anos 1980, lançou os LPs "Tim Maia" (1980, Polydor), "Nuvens" (1982, independente), "O descobridor dos sete mares" (1983, PolyGram), com destaque para a faixa-título (Gilson Mendonça e Michel) e "Me dê motivo" (Paulo Massadas e Michael Sullivan), os LPs "Sufocante" (1984, PolyGram), "Tim Maia" (1985, RCA Victor), "Tim Maia" (1986, Continental), que registrou o sucesso "Do Leme ao Pontal (Tomo guaraná, suco de cajú, goiabada para sobremesa)", e os LPs "Somos América" (1987, Continental) e "Carinhos" (1988, Continental).

Lançou, em 1990, pela Continental, o disco "Dance bem". Nesse ano, lançou, pela sua gravadora Vitória Régia, o LP "Tim Maia interpreta clássicos da bossa nova".
Em 1992, a Warner-Continental registrou o CD "Tim Maia ao vivo".
Descontente com as gravadoras, seus discos seguintes, "Voltou clarear" (1994), "Nova era glacial" (1995), "What a wonderful world" (1997), contendo clássicos do pop e do soul norte-americano das décadas de de 1950 a 1970, "Pro meu grande amor" (1997), "Amigos do rei" (1997, com o grupo vocal Os Cariocas, "Só você - para ouvir e dançar" (1997), "Sorriso de criança" (1997), e "Tim Maia ao vivo II" (1998), foram gravados pela Vitória Régia Discos. Ainda nos anos 1990, fez muito sucesso com a gravação, para um comercial de televisão, de "Como uma onda" (Lulu Santos e Nelson Motta), incluída no CD "Tim Maia", de 1993. Na mesma época, foi homenageado por Jorge Benjor na música "W Brasil".

Teve várias músicas regravadas por artistas mais jovens, como Marisa Monte e os grupos Paralamas do Sucesso e Skank.
Em março de 1998, apresentando-se no Teatro Municipal de Niterói, em show que seria gravado para um especial de televisão, foi acometido de um mal estar que o levou ao hospital, vindo a falecer alguns dias depois.
No ano seguinte, foi homenageado com um show tributo por vários artistas da MPB. O espetáculo gerou um especial de televisão e foi registrado em CD e DVD.
Em 2005, foi lançado o DVD "Tim Maia - Programa Ensaio 1992", pela gravadora Trama em parceria com a TV Cultura e a TeleImage.
Em 2006, seu LP "Tim Maia Racional volume 1", gravado em 1975, e que se tornou um dos mais disputados vinis da música brasileira, recebeu edição oficial em CD pela Trama, com tratamentos de restauração em estúdio a partir de uma cópia, uma vez que as fitas máster foram perdidas. Nesse disco, o cantor e compositor assinou todos os arranjos, além de tocar baixo, bateria, percussão e flauta transversal. Também presentes, os músicos Serginho Trombone (piano), Robson Jorge (órgão elétrico, piano e teclado), Paulinho Guitarra (guitarra, baixo e violão), Beto Cajueiro (baixo), Paulinho Trompete (trompete), Oberdan Magalhães (sax), Robério Rafael (bateria) e Luiz Carlos Batera. O CD ainda incluiu como bônus as gravações originais do LP.

Em 2001, o cantor Fábio publicou o livro "Até parece que foi sonho: meus trinta anos de amizade e trabalho com Tim Maia" (Matrix), em depoimento a Achel Tinoco.
Abrindo as homenagens para o décimo aniversário de seu falecimento, em 2007 foi realizado, no espaço carioca Viva Rio, um show tributo ao compositor e cantor, organizado por pelo jornalista, compositor e produtor Nelson Motta, tendo como banda-base a Orquestra Imperial e a participação de convidados como Rogério Flausino (cantor do jota Quest), Marcelo Camelo, Mariana Aydar e o grupo vocal feminino Chicas, na segunda edição do projeto Accenture Performances. Nesse mesmo ano, foi publicada a biografia “Vale tudo – O som e a fúria de Tim Maia”, de autoria de Nelson Motta.

Abaixo um Show completo de Tim...

Especial / Carlos do Carmo

Minha pátria é minha língua me remete às manhãs de domingo quando eu passava as férias escolares na casa de meus avós por parte de pai. Eles moravam num bairro da zona da Leopoldina no Rio de Janeiro chamado Olaria. Nessa (mesma) casa o meu pai passou boa parte da sua infância e adolescência. Muito bem, o meu avô tinha o hábito (sempre aos domingos) de ficar sentado ouvindo rádio, mas ele (sempre aos domingos pela manhã) só ouvia as rádios que apresentavam programas que tocavam músicas portuguesas. O meu avô era português, então, eu ficava ao lado dele ouvindo aqueles programas que falavam sobre as coisas que aconteciam em Portugal e só tacavam (claro) músicas portuguesas com Amália Rodrigues, Carlos José, Carlos do Carmo e tantos e tantos nomes da música portuguesa. A sala ficava impregnada de fado e o olhar nostálgico do meu avô perdido em seus pensamentos...(Huayrãn Ribeiro)

Carlos do Carmo nasceu em Lisboa a 21 de Dezembro de 1939. É casado desde 1964 e tem três filhos, uma rapariga e dois rapazes. A sua mãe, Lucília do Carmo, foi uma das maiores fadistas do século XX, e o seu pai, Alfredo de Almeida, teve entre as suas profissões a de livreiro e de empresário na indústria hoteleira. A casa dos seus pais na parte velha da cidade, Bairro Alto, era um lugar de reuniões de intelectuais e de artistas, algumas das figuras proeminentes da Lisboa de então. Carlos do Carmo iniciou em 1963 uma das carreiras mais longas do panorama musical nacional, que perdura até hoje.
Regressado a Lisboa, entrou no negócio da hotelaria com os seus pais, gerindo a casa de fado fundada por eles, usando todas as ideias e técnicas que aprendera na Suiça. Após a morte do seu pai, tornou-se gerente. "Loucura", uma das canções da sua mãe, foi a primeira que gravou e obteve considerável sucesso. A oportunidade de fazer o seu primeiro disco apareceu rapidamente, e em 1964 gravou "Estranha Forma de Vida" .
A sua maneira de cantar era diferente e o seu estilo pessoal inconfundível, elementos que o tornaram numa daz vozes mais emblemática da música portuguesa das últimas décadas, mesmo que o seu percurso nem sempre tenha sido consensual.
Os seus recitais para a televisão são já parte do arquivo histórico do fado e canções como "Por morrer uma andorinha", "Duas lágrimas de orvalho", "Bairro Alto", "Gaivota", "Canoas do Tejo", "Os Putos", "Lisboa Menina e Moça" ou "Estrela da Tarde" são alguns dos grandes sucessos populares da sua carreira.
Nomes como Frank Sinatra, Jaques Brel, Elis Regina e José Afonso são frequentemente apontados como referências e o seu percurso internacional foi projectado, como gosta de salientar, "pelos portugueses que saíram da minha terra à procura de uma vida melhor e que me foram passando para as mãos dos empresários e agentes culturais dos vários países onde residem".
Já cantou nos cinco continentes e as suas passagens no Olympia em Paris, nas óperas de Frankfurt e de Wiesbaden, no Canecão de Rio de Janeiro, no Savoy de Helsínquia, no Auditório Nacional de Madrid, no Teatro da Rainha em Haia, no teatro de São Petersburgo, na Place des Arts em Montreal, no Tivoli de Copenhaga e no Memorial da América latina em São Paulo são momentos muito altos de sua carreira. Os concertos no Mosteiro dos Jerónimos, na Fundação Gulbenkian, no Coliseu dos Recreios, no Casino do Estoril e no Centro Cultural de Belém fazem a diferença no nível nacional.
São inúmeros os prémios e honrarias recebidas até hoje, desde o título do Cidadão honorário da cidade do Rio De Janeiro, membro da Honra do Claustro Ibero-Americano das Artes, passando pelo diploma conferido pelo Senado de Rhode Island nos estados unidos pelo seu contributo para a divulgação da música portuguesa, do Globo de Ouro SIC de Mérito e da Excelência, do Prémio da consagração de carreira da Sociedade Portuguesa de Autores, até ao reconhecimento Nacional com a Ordem do Infante Dom Henrique.
Figura também como pioneiro na nova discografia portuguesa devido ao seu disco "Um Homem no País", que foi o primeiro CD editado por um artista em Portugal.
(Saiba tudo sobre Carlos do Carmo)

Especial / Renato Russo

Em 1978 criou o grupo de punk rock "Aborto Elétrico". Em 1982 abandonou o grupo e criou a "Legião Urbana". Em 1983 teve sua primeira composição gravada, "Química", pelo grupo Paralamas do Sucesso. Seu novo grupo começou a se destacar em 1984 com o lançamento do disco "Legião Urbana", do qual foram grandes sucessos as músicas "Será", parceria com Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos e "Geração Coca Cola". Em 1986, foi lançado o segundo LP da Legião Urbana, que o consagrou definitivamente como compositor.
Destacaram-se nesse segundo disco músicas como "Eduardo e Mônica", "Tempo perdido" e "Índios". Em 1987 novos sucessos e polêmicas com "Que país é este?" e "Faroeste caboclo", que chegou a ter a execussão proibida nas rádios. Em 1989 obteve sucesso com "Pais e filhos" e "Meninos e meninas", parcerias com Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá. Em 1994 lançou o primeiro disco solo, "The Stonewal celebration concert", uma homenagem aos 25 anos do ativismo gay norte-americano e que destinou 50% de suas vendagens para projetos da Ação da Cidadania contra a Miséria e a Fome. O disco, que trazia clássicos do cancioneiro americano com interpretações suas ao violão, vendeu cerca de 250 mil cópias. Em 1995 lançou seu segundo disco solo "Equilíbio distante", com músicas em italiano e que em dois anos vendeu cerca de um milhão de cópias. Os destaques do disco foram "La solitudine", de Cavlli, Cremonesi e Valsiglio, e "Strani amori", de Buti, Cheope, Marati e Valsiglio. Em 1997 foi lançado potumamente o CD "O último solo", com músicas que sobraram dos dois discos anteriores.
Aparece ainda uma faixa interativa com o clipe de "Strani amore" e trechos de uma entrevista do artista. O cantor e compositor faleceu de broncopneumonia, sepicemia e infecção urinária decorrente da Aids, após seis anos como portador do HIV. Tornou-se um mito após a morte, recebendo uma série de homenagens em discos, livros e shows. Em 2000 a EMII Brasil lançou o CD duplo "Bis", uma coletânea de seus trabalhos solo trazendo como novidades a regravação de "A carta", de Erasmo Carlos, gravada no disco "Homem da rua", de 1992 e "A cruz e a espada", de Paulo Ricardo, do disco Rock popular brasileiro. No mesmo ano foi lançado pela Relume Dumará o livro "Renato Russo - O trovador solitário", biografia do artista escrita pelo jornalista Arthur Dapieve, que segundo o autor "esquadrilha as mil faces de Renato Russo", considerado por ele como "a figura mais carismática, turbulenta e contraditória do Brock". No mesmo ano, foi exibido pelo canal Multishow, dentro da série "por trás da fama", um especial sobre sua vida e obra. Em 2002 foi lançado pela Editora Hama o estudo "depois do fim - Vida, Amor e Morte nas canções da Legião Urbana", escrito em dupla pela professora Angélica Castilho e pela jornalista Erica Shlude, e que analisa a obra do letrita defendendo a idéia de que suas letras apresentavam uma visão neo-romântica da realidade.
Em 2003, foi lançado o CD "Renato Russo presente" que levou o cantor morto em 1996 de volta às paradas de sucesso com a música "Mais uma vez", de sua autoria e Flávio Venturini, gravada anteriormente pelo grupo 14 Bis e até então inédita na sua voz. Estão presentes ainda relançamentos de gravações do cantor como "A carta", de Raul Sampaio e Benil Santos gravada em dueto com Erasmo Carlos; "Gente humilde", de Vinícius de Moraes, Garoto e Chico Buarque, com acompanhamento de Hélio Belmiro; "Hoje", com Leila Pinheiro e "Boomerang", entre outras. No mesmo ano, foi lançado o livro "A nossa geração perdida", de Escobar Maia, com reflexões a partir da obra do compositor. Em 2006, po ocasião dos dez anos de sua morte foi homenageado com o especial "Uma celebração", lançado em CD e DVD pela EMI, espetáculo gravado na Fundição Progresso no Rio de Janeiro com a presença de quatro mil pessoas e apresentado pelo canal Multishow.
Tomaram parte no evento uma banda liderada por Fred Nascimento e que aco panhou os cantores Chorão na música "Canção do senhor da guerra", Fernanda Takai em "Eu sei" e "Toni Platão, em "faroeste caboclo", além das bandas Titãs que interpretou "Fábrica" e "Que país é este?", Biquine Cavadão com "Eduardo e Mônica", Autoramas com "Tédio com um T bem grande pra você", e Capital Inicial com "Tempo perdido". Foram apresentadas ainda duas composições inéditas: "O grande inverno da Rússia, com Ico Ouro Preto, e "Fábrica 2" cantadas pela banda Titãs. Em 2006, foi homenageado com a peça "Renato Russo", um musical sobre a sua vida estrelado pelo ator Bruce Gomlevsky. A peça estreou com grande sucesso em Angra dos Reis durante o Festival de Teatro daquela cidade sendo assistida por mais de duas mil pessoas. Em seguida, foi apresentada no Centro Cultural dos Correios no Rio de Janeiro. Em 2007, a peça foi apresentada em Brasília. No mesmo período, foi lançado o DVD "Entrevistas MTV - Renato Russo", projeto idealizado pelo jornalista Marcelo Fróes que compilou material de entrevistas realizadas pelo cantor em 1993 e 1994 e que resultaram num total de 124 minutos com direção artística de João Augusto nos quais o líder da Legiaõ Urbana fala sobre sua carreira e detalhes de sua vida. Ainda em 2007, foi homenageado pela TV Globo com um especial sobre sua vida e obra na série "Por toda minha vida".
Também em função dos 11 anos de sua morte foram revelados mais quatro projetos cinematográficos sobre susavida ou aspectos de sua obra. Antônio Carlos Fontoura vai filmar "Religião urbana" sobre a vida do cantor entree os 16 e 22 anos, o paulista Renê Sampaio resolveu filmar os personagens da música "Faroeste caboclo" e a atriza Denise Bandeira resolveu adaptar a letra de "Eduardo e Mônica". Há ainda a idéia de trransformar em foilme a peça "renato Russo" que até abril de 2007, levou mais de 40 mil pessoas ao teatro numa verdadeira celebração ao ídolo.
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13 de mar de 2012

Especial / Caetano Veloso


Eu lembro que quando vi Caetano Veloso pela primeira vez fui tomado por um sentimento de liberdade. Eu o tinha como uma espécie de condutor guiando um objeto (realmente) não identificado rumo ao desconhecido ao novo. E naquela época eu ainda não era identificado, era desconhecido, mas igualmente novo. É justamente aí que reside a minha admiração por Caetano Veloso - ele é capaz de se manter sempre novo. Caetano é mais Caetano porque se renova a cada verso a cada acorde a cada música. (Huayrãn Ribeiro)
Que mistério tem Caetano Veloso? O que o faz um ser tão especial que quando arqueia as sobrancelhas solta fogo de leão mítico pelas ventas e quando pega o violão para compor tira dele canções definitivas, na maioria das vezes tão belas que chegam a doer? Nas letras ele não é menos especial. Da sua pena saem versos cortantes, confessos, cheios de referências a tudo e a todos. Já da provinciana cidade baiana de Santo Amaro da Purificação, ele conectava suas antenas com o planeta. Seu universo é ilimitado. Não à toa, junto com Gilberto Gil, comandou a tropicália, que se inscreveu como o movimento mais revolucionário da música popular brasileira, queira ele ou não. Depois da tropicália a MPB nunca mais foi a mesma, nem mesmo as guitarras roqueiras que ela introduziu no gênero e que hoje são tão familiarizadas com o pandeiro quanto o cavaquinho com o tamborim.
Ao longo da sua carreira estrelada, a inquietude de Caetano Veloso reflete-se em álbuns históricos como “Muito”, “Cinema transcendental”, “Uns” e em canções na linha de “Pobres poderes”, “O quereres”, “Eclipse Oculto”, “O ciúme”, “Trem das cores”, “Oração ao tempo”, “Sampa” e tantas outras que para sempre permanecerão no imaginário dos brasileiros. Como intérprete, Caetano corresponde ao luxo de sua obra. Ele talvez seja um dos raros compositores nacionais que demonstre total prazer em cantar, em se expor. Esta característica, aliada ao interesse em trabalhar a voz, o coloca como um de nossos melhores cantores. Seu álbum apenas de intérprete, “Fina estampa”, é uma obra-prima. É difícil e até constrangedor afirmar que, mesmo no meio de tanta gente talentosa que o Brasil produz na área musical, Caetano Veloso é o Sol.

Especial / Irineu de Palmira

Músico, cantor e compositor, Irineu de Palmira nasceu em Belo Horizonte, onde iniciou suas atividades artísticas. Participou em Belo Horizonte, onde iniciou suas atividades artísticas. Participou de vários festivais e eventos culturais, com destaque para o primeiro lugar no festival de Ouro Preto, primeiro lugar e melhor intérprete no de Itabirito, primeiro lugar e melhor arranjo em Serra Negra, primeiro e terceiro lugares em Queluz e, segundo lugar e melhor intérprete no Festival de Música Cidade Canção – FEMUCIC – de Maringá.
Em 1979, então com 22 anos, convidado pelo empresário Fauzi Curan, mudou- se para São Paulo; onde trabalhou como instrumentista, e cantor, da grande “Orquestra Sargentelli”, e nas casas Gallery (acompanhado pela orquestra do maestro Hector Costita) e Viva Maria (dividindo o mesmo palco com Cauby Peixoto, Wilson Simonal, Pery Ribeiro e Carmen Costa).
No teatro e televisão, musicou a peça Vereda da Salvação, de Jorge Andrade, e a versão para TV de “O Grande Momento”, de Roberto Santos, direção de Nei Santanna, com Laura Cardoso e Paulo Guarnieri no elenco.
Como instrumentista, gravou os violões de todas as faixas do disco “Violas e Canções”, de Pena Branca e Xavantinho, considerado pela crítica, principalmente internacional, como um dos melhores discos do ano.
Como compositor tem músicas gravadas por Jair Rodrigues e Luciana Mello (“Alma Negra” - que dá nome ao último disco do Jair), Bira do Cavaco, Grupo Katinguelê e Adriana Ribeiro entre outros.
Irineu já se apresentou no Fantástico, acompanhado por Luis Avellar e dirigido por Aloísio Legey e Danilo Granato, TV Mulher (com Marília Gabriela), Programa Mulheres, além de diversas apresentações nos programas Som Brasil (acompanhado por músicos como Kapenga Ventura, Oswaldinho do Acordeom, Papete), Empório Brasileiro e Raízes.
Suas principais apresentações e concertos incluem as Casas de Cultura do Município de São Paulo, Sala Guiomar Novaes da FUNARTE, Bibliotecas Mário de Andrade e Viriato Correa. Como artista convidado, participou de shows de Wilson Simonal, Jair Rodrigues, Joana, Beth Carvalho; fez a abertura do show de João Bosco e César Camargo Mariano, tendo se apresentado, ainda, com a Velha Guarda da Mangueira na Rádio Nacional do Rio de Janeiro.
Dotado de um estilo próprio, reúne um vasto repertório de composições ligadas basicamente à MPB e ao Samba; dentre as quais destacam-se grandes parcerias com Gerson Ney França e Luciana Arnaud; além de Paulo Leminsky, Nelson Klava, Lutcho Gutierrez, Lula Barbosa, Doroty Massola, Carlos Castelo Branco, Joel Couto e Guca Domênico. Parte desse trabalho foi registrado em dois discos – No primeiro, gravado no estúdio Pulsar, em SP-1987, esteve acompanhado de César do Acordeom, Juba nas flautas, Kapenga nos arranjos, baixos e violões de 12 cordas, Duda Neves na bateria, Lica nos teclados, Gereba nos violões de algumas faixas e Papete na percussão. O segundo, em 1997, foi gravado ao vivo na sala Guiomar Novaes (Funarte) em São Paulo “ACREDITAR” – Seu mais recente trabalho em CD e DVD, está pronto, porém sem previsão de lançamento.
Irineu de Palmira, fiel às suas raízes e concepções, mas atento aos ventos de mudança, vem lenta, mas seguramente, projetando seu trabalho e conquistando lugar entre aqueles que apreciam música de qualidade.
(Fotos extraídas do site do artista - texto de Carlito do Sal - Matéria publicada no Campinarte Dicas e Fatos / Julho/2008)
Saiba tudo sobre Irineu de Palmira visitando o site do artista.

Especial / Nana Caymmi


Nota: Digna e merecedora não de um, mas de muitos e muitos especiais. Não tenho palavras para descrever uma das maiores intérpretes da música popular brasileira... Certa vez liguei o rádio e lá estava Nana Caymmi cantando Fruta Boa - fique parado, literalmente imóvel, inacreditavelmente emocionado, fui pego de surpresa e não tive outra alternativa a não ser sair correndo a procura da primeira loja de discos pra comprar o LP (ainda não era CD)... Claro que eu poderia citar um caminhão de músicas onde Nana simplesmente dá show de interpretação, como por exemplo: Doce Presença / Café Com Pão / Contrato de Separação / Formicida, Corda e Flor / Mudanças dos Ventos / Resposta ao Tempo / Se Queres Saber / só para citar algumas...
Vamos saber um pouco mais sobre Nana Caymmi
Nana Caymmi, é o nome artístico de Dinair Tostes Caymmi que em 1960, registrou sua primeira atuação em estúdio, participando da faixa "Acalanto" (Dorival Caymmi), no LP de seu pai, que compôs a canção em sua homenagem, quando a cantora era ainda criança. Lançou, também, seu primeiro disco solo, um 78 rpm, contendo as músicas "Adeus" e "Nossos beijos".
Em 1976, foi contemplada com o Troféu Villa-Lobos de Melhor Cantora do Ano, oferecido pela Associação Brasileira de Produtores de Discos. Participou da trilha sonora de "Maria Maria", espetáculo do Balé Corpo, com músicas de Milton Nascimento e Fernando Brant e coreografia de Oscar Ajaz.

Em 2002, lançou o CD "O mar e o tempo", contendo exclusivamente obras de Dorival Caymmi. O disco contou com a participação de seus irmãos Dori e Danilo, além de sua mãe, Stella, das netas e das sobrinhas. Em 2003, foi lançado o songbook "O melhor de Nana Caymmi", produzido por Luciano Alves, contendo letras, cifras e partituras do repertório da cantora, além de um perfil biográfico assinado por sua filha, Stela Caymmi.

12 de mar de 2012

Especial / Alceu Valença


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